⌗𑇛 (🖇️) 𝙁𝙖𝙣𝙛𝙞𝙘 𝙈𝙞𝙣𝙨𝙪𝙣𝙜 flex [REESCRITA]יִ ⺌
⺀Em um mundo onde a vida e a morte se entrelaçam, Lee Minho, um habilidoso assassino de aluguel, recebe a missão de eliminar Han Jisung, um talentoso guitarrista e herdeiro de uma influente...
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No centro de Seul um imponente prédio chamava bastante atenção. Seus traços elegantes se destacavam contra o céu azul daquela manhã. As janelas escuras, com vidro espelhado, captando os raios de sol que iluminavam com vigor o imenso letreiro da empresa Mori - cujo nome soa como um trocadilho para o sobrenome Moretti, descendente de italianos, e uma referência à famosa expressão em latim "Memento Mori" que significa "Lembre-se de que irá morrer".
A cidade conhecia bem o nome, poucos ignoravam sua reputação. A Mori não era apenas uma empresa comum, seus serviços envolviam assassinatos legalizados, autorizados pelo governo, e executados com uma precisão quase clínica.
No escritório mais alto, voltado para toda cidade, estava Lee Minho ou Minho Lee Moretti, o dono da Mori.
Ele não era apenas o chefe, era um agente duplo, alguém que operava tanto para a polícia quanto por conta própria, utilizando suas habilidades para manipular, eliminar e sobreviver em um mundo onde poucos ousavam adentrar. A legalização de suas ações não diminuía o peso de cada decisão, nem a lembrança das vidas que passavam por suas mãos.
Ele permanecia de pé, apreciando a vasta vista através da janela de seu escritório, perdido em pensamentos. O reflexo do sol batia em seu rosto, mas foi o som de uma batida forte na porta que o trouxe de volta à realidade. Permitiu a entrada, e logo avistou Changbin, seu braço direito, entrar com uma expressão um tanto quanto séria e um pouco sobrecarregado.
— Boss. — Changbin o cumprimentou.
— O que foi, que cara é essa? — questionou, voltando para a mesa, analisando alguns papéis.
— Não sei, talvez seja porque alguém me fez reorganizar mais de mil contratos. — deu de ombros. — Não sei.
— Ah, coitadinho, será que férias resolveriam?
— Com toda certeza...
— Então trabalhe mais, seu incompetente do caralho.
Changbin revirou os olhos, fingindo indiferença.
— Tem um homem lá fora querendo te ver, e ele disse que não vai embora até vê-lo. — suspirou olhando para o chefe. — E os candidatos para as vagas já estão aqui.
— Certo. Vamos conhecer os candidatos primeiro. Depois, eu vejo o que fazer com esse apressadinho.
Com um leve sorriso, pegou a pasta em cima da mesa e começou a caminhar em direção à sala de entrevistas, sentindo altas expectativas nos candidatos selecionados para essa fase.
Changbin o acompanhou até a sala, abrindo a porta com um gesto respeitoso para que o chefe pudesse entrar primeiro. Assim que cruzaram a entrada, Minho lançou um olhar atento aos quatro candidatos à sua frente, dois homens e duas mulheres. Ele notou a variedade de emoções: alguns pareciam nervosos, com as mãos inquietas e olhares ansiosos, enquanto outros mostravam uma confiança tranquila.