encantadora sereia

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Não contém hot.

No universo de piratas do Caribe.

Norman e mais alguns marujos foram mandados em um pequeno barco para o meio do mar, para atrair sereias e capturá-las, pois Barba Negra precisava das lágrimas de uma sereia.

Um dos marujos começou a cantar uma canção de pirata, mesmo contra as ordens de Norman, que no momento era quem liderava aquele grupo.

— Cale-se, não aguento mais ouvir sua voz, homem — Norman falou, entediado.

Todos se surpreendem ao ver um ser fora do barco. Ela era loira, de olhos claros e olhava fixamente para Scrum, o homem que cantava.

— É você que estava cantando? É você, meu marujo alegre e bom?

Scrum concorda rápido, se aproximando da beirada do barco, logo sendo puxado para trás por seus colegas.

— Amigos, muito pouca coisa me foi dada nessa vida miserável, essa é a verdade, mas por Deus eu vou poder falar que Scrum foi beijado por uma sereia de verdade! Me larguem!

A sereia começa a cantar com sua voz doce e aveludada, hipnotizando o pirata.

— Tenho a flecha do cupido
A riqueza é ilusão
E só pode consolar-me
Meu marujo alegre e bom...
Venham todas belas damas
Aqui deste lugar
Que amam um bravo marujo
Cruzando o alto mar...

No decorrer da música, mais sereias chegaram perto do barco, cercando-os, e entre elas estava a mais jovem. Era sua primeira vez indo à superfície para fazer tal ato. Todas ensinaram a SN o que fazer e como fazer para hipnotizar e levar os marujos ao fundo do mar.

— Saiam da borda ou serão puxados! — Norman grita, tentando alertar seus companheiros, mas ele mesmo se perde ao cruzar seus olhos com a sereia à sua frente.

Ela relutava em se aproximar do barco, mas, ao ver suas irmãs, seguiu o exemplo, chegando mais perto de Norman sem desviar o olhar dos olhos dele.

Era um marujo muito bonito, na opinião dela. Nunca viu alguém assim: seus olhos azuis, sua boca rosada… SN estava se deixando ser hipnotizada por ele. Atrás deles, homens eram levados ao fundo do mar.

“SN, vamos” — ela podia ouvir uma delas falando por telepatia, era assim que se comunicavam embaixo d’água. — “Nossas irmãs estão chegando.”

Outras sereias se comunicavam entre si.

A jovem sereia ouvia elas falando, mas não esboçou nenhuma reação ou atitude, apenas olhava o homem à sua frente. Quando restavam apenas três sereias ao redor do barco, a menina olhou ao redor, vendo que estava na hora de ir. Ela não levaria o homem consigo, ele parecia um bom rapaz, mas sua distração de segundos foi o suficiente para o homem também sair do transe e jogar uma rede de pesca na sereia.

Ela gritou desesperada e soltava sons, chamando suas irmãs. No fundo, era possível ver mais centenas de sereias indo para a superfície, mas não atrás do barco, e sim indo para a costa pegar os piratas que ficaram de longe olhando.

Norman puxa a jovem para dentro de seu pequeno barco, que só restava ele e agora ela também. Era torturante ver a mesma se debater, tentando voltar para seu habitat natural.

— Você ia fazer o mesmo comigo, mas eu fui mais rápido — diz, fazendo SN olhá-lo com os olhos marejados.

Remando rápido para o navio, Norman manda um sinal para os piratas que ficaram lá jogarem alguma coisa para ele subir no navio com a SN.

A guerra entre sereias e piratas terminou com Jack Sparrow tacando fogo em alguma coisa que assustou as sereias, fazendo-as voltarem para o oceano profundo, mas não sem antes levarem dezenas de marujos com elas.

Imagines/Norman ReedusHistórias para pegar e não largar. Descubra agora