Norman vai ser um merda nesse imagine então vcs tem carta verde para xingar ele.
*Pode conter gatilho*
Sequestro,3strüp0
Em um universo onde existem criaturas místicas, havia uma hierarquia onde humanos caçavam esses seres mágicos.
Norman é um caçador bastante conhecido por sempre conseguir matar suas presas, respeitado e admirado pelos homens que sonham em ser como ele,e odiado pelas criaturas.
Reza a lenda que o mesmo matou sua primeira sereia aos 12 anos e também dizem que ele foi o único a conseguir capturar um Sleipnir, ninguém sabe o rumo que o pobre animal tomou.
O homem não parava,era como se precisasse de toda essa "glória" e "fama" para viver,ele caçava e matava quem estava quieto,ele fazia isso por puro capricho, e estava saindo do controle, diferente dos homens dava para contar nas mãos as vezes em que algum ser mágico matou um humano,e essa matança logo traria consequências não só para Norman e sim para toda a comunidade mundana.
-norman aqui tem pegadas- um garoto que tinha por volta de seus 14 anos chama o homem.
-estamos indo pelo caminho certo menino, são pegadas de centauros ou talvez unicórnios- o brilho em seus olhos era perceptível,o preço de um chifre de unicórnio era altíssimo,eles seguem a trilha de pegadas até chegar num abismo, no outro lado do abismo havia mais floresta, porém era impossível os dois atravessarem.
-olha olha olha- o garoto fala batendo no braço de Norman,era um centauro do outro lado do abismo o mesmo carregava um arco e flecha.
-VÃO EMBORA DE NOSSA CASA, HUMANOS NÃO SÃO BEM VINDOS NA FLORESTA- ele fala e atira um flecha que é cravada numa árvore atrás dos dois caçadores,logo após adentra a floresta.
-vamos,e se perguntarem, aquele monstro atirou uma flecha em você.
-mas não foi em mim, foi na árvore,acho difícil ele ter errado a pontaria.
-não discuta criança apenas faça oq eu mando.
Após largar o menino na aldeia, Norman anda apressadamente até seu chalé, era o mais afastado do povo,no alto de uma colina,quando entra o mesmo fecha e tranca sua porta,o ambiente estava escuro por conta de todas as janelas fechadas...
-oi meu amor você está ai? Ah é claro que está,vc não se atreveria a sair- ele fala num tom de deboche, quando a luz é acesa é possível enxergar uma mulher amarrada numa cadeira e amordaçada,era s/n uma ninfa náiade.
A mesma aparentava estar exausta, estava suando, quase desmaiando.
-ei você está bem?olha pra mim,sabe que não posso abrir as janelas né vai que você faz uma magia negra e chama suas irmãs ou sla oq elas são.
Norman tira a mordaça da boca da mulher e a mesma vira o rosto
-ja disse para não virar a cara quando estou falando -desferi um tapa no rosto de sn fazendo a mesma olhar em seus olhos.
-a-agua...
-oque? Eu não escuto?
-a-agua p-porfavor- fala sem forças
-ah isso eu posso fazer por você- norman enche um copo com água e da na boca de sn pois a mulher estava amarrada.
-quem diria eu,um caçador, conhecido por matar todos da sua espécie, não consigo matar você, porque será?- ele pergunta apertando as bochechas dela com uma mão - e olha que você tentou me matar.
-você se banhou em nossa fonte, você é um ser sujo por dentro e por fora...
Sn é cortada por outro tapa em seu rosto,mas isso não lhe afeta.
-você vai morrer demônio,e não será só você, além de carregar centenas de mortes do meu povo, você também carregará as mortes de seu povo, eles estão vindo e vão se vingar.
-não,eles não ousarão chegar perto enquanto você estiver aqui,por falar nisso vamos aproveitar enquanto você está aqui.
Norman coloca de novo a mordaça de pano na boca da mulher, que derrama uma lágrima já sabendo o que iria acontecer,era só isso que ele estava fazendo desde que sequestrou ela.
Ainda amarrada Norman pega sn no colo e sobe as escadas de madeira desgastadas indo pro seu quarto, era mais como um porão, chão de madeira, apenas uma janela pequena,no canto oque o homem chamava de cama,era de madeira também com um colchão surrado encima. Ele joga a mulher lá que na hora se encolhe.
-vamos não seja tímida, já fizemos isso e vc continua com vergonha- ele ri e puxa a ninfa pelas pernas,a mesma se debate mas não tem muito efeito por estar amarrada.
-sempre quis saber se vocês conseguem pegar barriga,vamos ver se eu consigo colocar um bebê dentro de você- ele fala enquanto tira sua roupa,sn chorava mas não era possível ouvir por conta do pano amarrando sua boca.
Norman se masturba antes de se enfiar na pobre mulher, ele fazia movimentos brutos,apertava o pescoço e seios de sn,a única coisa que ela podia fazer agora era chorar e esperar ele acabar.
Após gozar dentro da ninfa Norman veste suas calças e tira a mordaça da boca da mulher,ela estava sem forças até para gritar em socorro.
-é melhor não gritar, não tem um ser vivo aqui por perto,poupe sua linda voz- ele deixa um beijo na bochecha dela e sai do quarto a deixando lá jogada,amarrada e completamente vulnerável.
Na floresta os seres mágicos se reuniram,a ninfas convocaram aquela reunião, uma das suas foi levada,e quando mexem com um deles mexem com todos eles, já estava decidido a guerra foi declarada,o caçador Norman vai morrer e todos que entrarem no seu caminho terão o mesmo destino.
Voltando pro chalé do homem, Norman aproveitava seu último dia de vida sem saber que seria o último, ele tinha deixado Sn lá encima sozinha a uns 10 minutos,levantou de sua poltrona e bebeu água enquanto olhava para a cabeça empalhada do Sleipnir que capturou, deixou o copo na mesa e voltou para seu quarto tranquilamente, pra ele estava sendo mais um dia comum, sn continuaava na mesma posição,estava tão exausta que dormiu ou melhor desmaiou ali mesmo.
-tão linda-susurra se aproximando do corpo nu de sn,ele volta a tirar suas calças de novo,seu membro já ereto ele abri as pernas na ninfa e enfia seu membro lentamente lá dentro e começa a se mexer,sn ainda desmaiada só volta a consciência quando norman acelera os morrimentos.
-n-nao por favor d-de novo não.
-shi shi shi só aproveite querida, você sabe como sou insaciável- beija o pescoço dela que repudia aquele ato- como pode ser tão quente e aperta arh assim...- mais uma vez ele derrama seu líquido dentro de sn.
Cansado Norman cai ao lado da mulher e coloca seu braço por cima dela se aconchegando e dormindo ali.
Lá fora, um enorme grupo de criaturas mitológicas acabaram de passar pela aldeia onde fizeram uma grande chacina, agora estavam indo em direção a pequena casa no alto da colina, definitivamente Norman não acordaria nunca mais.
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