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Depois da escola onde foi finalmente o primeiro dia de aula, fui pra minha casa junto com meu primo Bill, eu morava no lado da casa dele.

— T-t-te v-vejo depois S/a! — Ele disse sorrindo entrando na casa dele, eu tava ajudando ele com a gagueira

Entrei na minha casa e vi meu pai como sempre no sofá assistindo TV e bebendo cerveja, e minha mãe ainda devia estar trabalhando

— Onde estava S/n? — Ele perguntou completamente bêbado

— Na escola — Respondi, onde mais eu estaria? 

— Por que estão falando aquelas coisas sobre você? — Ele perguntou

— Eu não sei — Respondi e ele ficou queito, então subi para meu quarto

Chegando lá, guardei minha mochila e deitei na cama. Eu estava cansada pra cacete, não aguentava mais a escola e não aguento mais essa casa.

Fiquei um tempo desenhando e pensando na vida.

Olhei pela janela e vi um balão vermelho perto, achei estranho, mas ignorei

Depois de um tempo desenhando, vi pelo espelho do meu quarto, o balão vermelho atrás de mim, quando olhei, não tinha nada. Puta que Pariu

As luzes começaram a piscar, abri a porta e as luzes da casa toda estavam piscando, continuei andando e uma gosma preta começou a vir em minha direção, me assustei, as luzes estavam piscando mais rápido e alguns balões vermelhos começaram a surgir

— QUE PORRA É ESSA? — Gritei

Eu corri pra um outro lugar da casa e fechei a porta, conseguir ouvir uma voz saindo desse quarto que eu estava atrás de mim

— Venha flutuar também S/n! — Virei lentamente e vi que tinha um palhaço sorrindo com balões vermelhos na mão

Nas paredes tinham frases escritas de sangue

— Aqui todos flutuamos! Se junte a nós S/n! — Ele disse

— Não quero não moço! — Disse assustada e andando pra trás e abri a porta

O palhaço riu, ele babava muito, de repente os balões que ele tinha nas mãos estouraram e ele sumiu

Tudo voltou ao normal, as luzes pararam e não tinha mais nada e ninguém lá, desci correndo as escadas e vi meu pai tranquilo ainda vendo TV, nessa hora minha mãe chegou

— S/n, tá tudo bem? — Ela me perguntou vendo meu estado de medo

— Eu não sei na verdade! — Disse com a voz trêmula

— O que aconteceu? — Minha mãe perguntou, mas ela me acharia louca se eu contasse o que acabou de acontecer e não acreditaria

— Pesadelos — Eu esperava mesmo que fosse um

— Acontece com todos! — Ela falou e foi para seu quarto, observei ela indo

Dei uma última olhada ao meu pai, que me olhava estranho, com um sorriso macabro no rosto com a cabeça um pouco inclinada, ainda sentado no sofá.

Saí de lá rapidamente

Que merda é essa que tá acontecendo?

𝗯𝗹𝗼𝗼𝗱 𝗹𝗶𝗸𝗲 𝗹𝗲𝗺𝗼𝗻𝗮𝗱𝗲 - 𝗶𝘁Onde histórias criam vida. Descubra agora