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Se ainda estivesse dentro da polícia, Yoongi teria descoberto mais rápido que esse tal vizinho tem um irmão gêmeo e foi esse irmão que o Taehyung viu.
Talvez a parte mais estressante tenha sido fazer o humano reviver aquele momento de tensão para saber os detalhes do rosto do meliante. E por conta de ter revivido um trauma não só encontrando alguém igual aquele vizinho, mas a situação como um todo, Taehyung decidiu começar a faculdade no meio do ano e assim ter um início de semestre tranquilo.
Ninguém da matilha se opôs a decisão dele, na verdade até apoiaram. Isso é um alívio para o Tae, apesar de ele já saber que receberia esse apoio.
Janeiro, assim como dezembro, foi agito puro.
Na primeira semana, Jungkook e Jimin entraram na academia de luta, que tem várias modalidades, incluindo taekwondo. O alfa decidiu que treinaria dois estilos por semestre com a meta de ter maestria técnica em todas elas, já que experiência ele já tem.
Quando ia pro clube clandestino, ele assistia vídeos de vários estilos de luta e aplicava golpes de cada um deles com precisão e perfeição, tornando o seu estilo próprio de lutar único.
E é nisso que mora o problema.
As aulas da academia começaram na segunda semana assim como o início da matrícula do colégio que é na mesma rua da Universidade de Auferetur.
Taehyung toma café da manhã sentado no tapete da sala enquanto assiste Jungkook saltitar, borboletando pra lá e pra cá por conta da animação pra comprar o material escolar.
— Maninho, você vem também?— O lobinho pergunta ao correr até o irmão e quase derruba-lo por causa do impacto.
Rindo, o humano abraçou o mais novo, largando o prato de porcelana na superfície macia.
— Vou não, meu lobinho, mas o papai, o Jiminie e o Seokie vão com você. — Ele respondeu enquanto distribuía beijinhos pela bochecha do mais novo.
— Você vai ficar em casa sozinho?— Jungkook perguntou tristonho.— Vem com a gente, Tata.
— Não, Kookie. O nosso papai vai ficar aqui comigo.
— Qual, maninho?— Ele se afastou para sentar ao lado do mais velho.— A gente tem muito papai, ne?
Taehyung assentiu rindo e Jungkook riu também.
— O Jinnie, príncipe. Ele que vai ficar aqui comigo.
Quando a casa ficou vazia, pai e filho sentaram na espreguiçadeira próximas da piscinas, e relaxaram ali, deitando grudadinhos.
Volte e meia Jin beija o topo da cabeça do mais novo enquanto lê as funções, e remunerações do cargo que pensava em se inscrever.
Aparentemente alguém que é especialista na anatomia humana é requisitada. E por ser cirurgião, os salários são ainda mais atraentes.
— Pai, quando Jiminie competir, ele vai precisar de torcida, então eu fiz esse cartaz aqui pra ele.— O humano falou e virou o tablet para o pai.— A gente pode imprimir?
O ômega sorriu por causa do cartaz feito no canva com cores neutras, mas cheio de brilho e algumas fotos do alfa adolescente.
— Ficou lindo, meu amor. O Jiminie vai amar.
— Seria exagero se a gente fizesse blusa com a cara do Jimin?
Jim riu já imaginando todo mundo da matilha usando a cara do Jimin estampada numa blusa e como ele provavelmente vai ficar cheio de vergonha.
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FanfictionA tragédia que tirou a casa do Taehyung foi a razão para ele encontrar o seu lar. Um lar imperfeito, cheio de mágoas, mas também cheio de amor e desejo de evolução.
