capítulo 4

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Notas do Autor
Olá meus anjos. Demorei, mas voltei minhas sinceras desculpas a todos vocês.

Personagens novos na história sim, e esse não me agradou muito, nesse capítulo vai revelar algumas coisas erradas sobre os personagens e eu juro que tento por o sentimento de cada personagem na cenas, mas as vezes eu acho que não fica realmente evidente esse ponto? Peço desculpa mais uma vez.

E alguns dos personagens dessa história são meus, mas é claro que iremos abordar os personagens principais e originais da história certo. Mas também devemos lembrar que estamos em um universo alternativo e Crowley é Aziraphale são humanos, aí é que tá o xis da questão: não é fácil criar uma história do nada, mesmo assistindo a primeira e a segunda temporada da série fica difícil, simplesmente porque vem o medo de estragar os personagens, em embora eu duvide muito disse. O que eu quero dizer: É que Crowley segue possessivo e Aziraphale segue inocente.

Boa leitura aos anjos.

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Soho Londres Aziraphale estava se deliciando com três fatias de bolo e um corpo de latte desnatado. Ele se encontrava com um garfo na mão direita e um belo prato com não uma mas sim três fatias de bolo de morangos. Nina sabia que se ele levasse apenas duas fatias de bolo ele iria vim atrás de mais. Por isso, quando o loiro pediu duas fatias de bolo, ela colocou um extra dentro da sacola com cortesia da casa. Aziraphale sorriu, grato por Nina ser tão atenciosa com ele, seus olhos fixou-se no prato. Fechou os olhos, sentiu o aroma delicioso de seu café-da-manhã. Começo pegando um pedaço bem grande de bolo, a cada garfada ele soltava um gemido de prazer. Ele tomou um belo gole de seu latte desnatado.

Em uma mão ele tinha o garfo, na outra um copo, tudo está perfeito apesar de ter começado o dia meio desanimado e sem vontade de sair de casa, o dia está perfeito, apesar do clima nublado e frio. Ele fica feliz por não ter cedido ao seu pensamento que lhe dizia para continuar bem aquecido entre as cobertas e almofadas a era realmente difícil sair do conforto que era sua cama quentinha e anda na fria ruas de Londres, mas sua livraria era quente e aconchegante, era seu lugar suas coisas e se dormir fosse seu desejo era só subir as escadas e encontrar um quarto de descanso quente e confortável no andamento de cima.

O quarto em tons pastéis e piso branco com detalhes em preto, janela média com cortinas azuis e um banheiro em tons que combinava com o quarto, mais raramente era usado, seu tempo ali era simplesmente dedicado aos livros, vez outro na cafeteira e na loja de discos, Maggie era além de sua vizinha era sua melhor amiga. Os dois são unha e carne. Claro que considerava Nina uma amiga, mas não era uma amizade igual a que ele e Maggie compartilham. Por que não importava o problema ou ocasião Maggie estava lá para o que der e vier, se chovesse canivete Maggie estava lá, se quisesse entupir-se de doces e álcool Maggie fazia questão de acompanhá-lo em qualquer loucura. Ele se lembra do dia que arrastou Maggie para uma noite de bebedeira e os dois beberam até cair no bar da esquina. Eles estavam tão alcoolizados que cantaram e dançaram na frente de 6 mil pessoas em uma boate. Maggie era uma boa amiga, um dia iria retribuir o carinho,afinal Maggie não queria cantar e dançar para 6 mil pessoas, foi ele que a arrastou até o palco. Ele se lembra da cena cômica em que ele e Maggie cantavam e dançavam "Envolver" da cantora brasileira Anitta, a cena foi épica.

Ele e Maggie tomam café juntos todos os dias no "Black Coffee," mas hoje foi estranho. A loira não foi ao café e nem mesmo abriu a sua loja de discos.

Aziraphale pegou seu celular e ligou para sua amiga. O celular chamou quatro vezes e nada, ele conferiu se o número discado está correto e liga mais duas vezes, quando estava pensando em desistir, a loira atende a chamada.

Incontrolável Love good omensOnde histórias criam vida. Descubra agora