UM DIA FELIZ

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23 de março de 2009
Brasil, 17h

Ágatha encontrava-se no hospital em trabalho de parto. Darius permanecia ao seu lado, sem demonstrar muita expressão; parecia que sua mente estava em outro lugar.

“Isso não parece certo. Ela não deveria estar tendo esse bebê... Por que não está coberta de sangue? O que diabos está acontecendo aqui? Ou... Espera... Deimos está satisfeito? Parece que sim.”

Ele volta a si ao escutar o grito ensurdecedor de sua esposa.
Darius segura sua mão, tentando transmitir conforto.

— Vamos, Ágatha, mais força! — ele a encoraja, fingindo confiança com sua voz firme.

“Nasça logo! Quero ter certeza se está vivo ou não.”

Os gritos de Ágatha ecoam pela sala, enquanto Darius permanece rígido, segurando suas mãos. De repente, os gritos param, e ele se perde novamente em seus pensamentos, mergulhando em um turbilhão de emoções estranhas.

“O bebê finalmente nasceu e parece bem... Saudável?!...”

Ele reflete, incrédulo, ainda tentando esboçar uma expressão feliz. A tensão no ar se rompe quando o choro estridente do recém-nascido enche a sala.

“Está bem acordado. Consigo ver daqui que é um garoto... Mas pela cara de Ágatha... ” ele pensa, sem completar a frase.

Finalmente criei coragem para falar, esforçando-me para abrir um sorriso.

— É um garoto... — minha voz vacila mas, me mantenho sério.

Ágatha, pálida e ofegante, permanece em silêncio. A enfermeira trás o recém-nascido e o coloca cuidadosamente nos braços dela.

 A enfermeira trás o recém-nascido e o coloca cuidadosamente nos braços dela

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Sem demonstrar alegria. Seu olhar é vazio e distante, revelando uma tempestade de emoções conflitantes. Sem hesitar, ela entrega o bebê rapidamente para Darius.

— Não quero isso — diz ela, com a voz fria e distante, como se falasse de algo irrelevante.

Darius arregala os olhos, surpreso e sorri nervosamente.

DEIMOS O DESESPERO MENTALOnde histórias criam vida. Descubra agora