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Faz algumas horas que eu havia saido de perto de Felix e do seu amigo alfa, meu lobo pedia para mim ir pegar o meu ômega, mas eu não posso.
Não agora.
- Alfa. - Felix aparece de repente, abraçando minha cintura e esfregando a bochecha no meu peitoral, ele cheirava a álcool.
Aperto a cintura do loiro e o olho vendo seus cabelos bagunçados, suas bochechas vermelhas e seus olhos semi serrados.
- Você está bêbado, Aquele filho da puta te deixou sozinho? - Pergunto e o ômega nega.
- E-ele teve um compromisso e eu falei que ia embora com você. - O ômega fala e eu assinto.
- Eu quero meu filhote. - Felix começa a fungar e fazer beicinho.
Extremamente fofo.
- Você não está em condições de cuidar de Vicent, irei buscar ele na casa de sua mãe e vocês dois irão dormir na minha casa, tudo bem? - Pergunto e o outro assente.
Rodeei meus braços na cintura do ômega e o ajudei a ir até a minha SUV inteiramente preta.
- Eu vou dormir só um pouco, tá? - Ele fala, segurando minha mão e acariciando.
Ele sempre foi assim com bebidas, fica extremamente dengoso com todo mundo.
Isso até vir a ressaca, ele mata qualquer um.
- Tudo bem. - Me sento no banco do motorista e ele se senta no banco do lado, abraçando um braço meu e fechando os olhos.
Enquanto eu dirigia veio as lembranças de quando eramos casados, eu sinto tanta falta do nosso chamego, carícias, passeios e entre outros.
Eu vou fazer de tudo para ter esse ômega de volta, nem que seja para matar alguém.
Por que ele me pertence, e eu pertenço a ele.
Somente ele.
Saio do carro ao chegar na casa da mãe de Felix e ando até a porta, sorrindo ao vê-la ali, com Vicent no colo.
- Oi querido, quanto tempo. - Me abaixo um pouco e ela beija minha bochecha.
- Senti sua falta, e da sua comida também. - Falo sorrindo e ela ri, me dando um tapinha. - E esse meninão aqui? Se. comportou? - Pego Vicent no colo, segurando sua cabeça. Ele ainda é molinho, tem que ficar sempre com a cabecinha apoiada em algo.
- Ele chorou até agora pouco, com saudades. - Ela ri, acariciando o cabelinho do nenê. - Falando nisso, onde está Felix? - Ela pergunta e eu aponto para o carro, e ela nega, rindo ao ver o ômega dormindo.
- Já vou indo viu? - Beijo a bochecha da ômega e ela acena ao nos ver se distânciando da casa.
Coloco o pequeno no bebê conforto e ponho a chupeta em sua boca, sorrindo ao vê-los sugar com força.
Entro novamente no banco do motorista e ligo o carro, colocando uma musica baixinha.
...
- Hyunjin. - Ouço a voz do ômega me chamar, meio arrastada.
Já havíamos chegado em casa e eu tinha colocado o ômega e o bebê deitados, Vicent no berço que tinha em meu quarto e Felix na cama.
- Vicent... - Felix estende os braços e eu solto uma risadinha, pegando o bebê curioso e entregando em seu colo.
Felix se senta na cama, encostando-se na cabeceira e ninando o bebê em seu colo, enquanto cheira o cabelinho loiro do pequeno.
- Eu senti sua falta, sabia? Desculpa o papai. - O ômega beija o narizinho piquititico.
Não consigo evitar sorrir ao ver a cena, é a coisa mais linda do mundo.