●○● Seo Nana ●○●
O aluno novo é extremamente mais bonito olhando de perto na mesma medida que é extremamente irritante! Ele pelo menos tentou prestar atenção no que o professor estava falando, porém volta e meia me fazia perguntas bobas e básicas que para um estudante transferido, ele pelo menos deveria saber a resposta.
— Faculdade de Artes e o professor dando essa palestrinha toda? Me sinto numa aula de história do ensino médio. - Ele falou num tom de voz baixo na intenção que apenas eu ouvisse e bocejou enquanto se ajeitava na cadeira. Meus olhos reviraram e com isso eu respirei fundo e virei meu rosto em sua direção a fitá-los.
— Tem certeza que veio transferido de uma Faculdade de Artes para outra? - Questionei num tom afrontoso que tomou a atenção dele para mim e o mesmo acabou sorrindo; que inferno! Que sorriso quadrado lindo!
— Sou extremamente bom em desenho e pinturas. Por incrível que pareça foi meu hobbie durante toda minha infância e adolescência. Todos os quadros da casa de campo dos meus pais foi eu que pintei. E de quebra, todos os panos de pratos da minha também também. - Ele me respondeu e soltou um riso nasal baixo e quando eu menos imaginei, eu também estava sorrindo para ele. Droga!
— Sr. Kim e Srta. Seo, o assunto pessoal de vocês está tão imteressante que não querem prestar atenção na aula? - O professor disse nos encarando fazendo nosso sorriso se desfazer e nossa atenção voltar ao livro e a explicação do mesmo.
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A aula foi finalizada e com isso surpreendentemente o garoto novo prestou atenção na disciplina e até fez anotações. Acho que a ficha dele caiu que estava na faculdade ou simplesmente ele gostou do que estava sendo ministrado.
Tivemos dois horários de aula de Arte Moderna e um de Arte Contemporânea. Ao finalizar, tocou o sinal do intervalo e com isso fui arrumando meus materiais e os ajeitando dentro da bolsa. Notei que o novato fazia o mesmo e quando finalizou, ele virou o rosto e me olhou.
— Vamos comer algo. Tô morto da fome! - Eu respirei fundo e lembrei que o único dinheiro que tinha guardado, estava contado para pagar as contas de casa e que só iria receber o salário daqui há 05 dias.
— Não estou com fome. Pode ir. - Falei na maior tranquilidade possível para tentar convencê-lo.
— Qual foi sua última refeição? Comeu depois que saiu da conveniência? - Ele me questionou franzindo o cenho e me fazendo erguer as sobrancelhas.
— Porque está preocupado com minha alimentação, Sr. Estranho? - Ele riu e balançou a cabeça para os lados a negar enquanto ia se levantando e pegando sua mochila a jogando por cima de um dos seus ombros com apenas uma das alças da mesma. Sua outra mão que estava livre, agarrou um dos meus pulsos e me puxou me fazendo levantar da cadeira e com isso instintivamente peguei minha mochila e saí da sala com ele me arrastando de lá.
— Vamos comprar alguma coisa pra comer. Por minha conta. Fica como "pagamento" por você ter divido o livro comigo! - Ele falou sorrindo e que sorriso lindo! Que inferno! Odiava o fato dele chamar tanto a minha atenção.
Fomos até o refeitório da faculdade que havia uma lanchonete e com isso fiquei o observando olhar as coisas que tinha disponível com uma feição de pensativo, provavelmente ele estava escolhendo o que pedir. E, em momento algum ele soltou meu pulso e também nem o puxei tentando me "livrar" dele. Há muito tempo não sentia uma áurea boa assim vindo de alguém, ainda mais alguém que chamava tanta a atenção.
Minha mão que estava livre, apoiou sobre a alça da minha mochila que passava por cima de um dos meus ombros e com isso continuo observando o garoto que logo soltou meu pulso e pegou três sacolinhas da mão da atendente da lanchonete, entregou dinheiro a ela que retirou brevemente de seu bolso dizendo que ela podia ficar com o troco, e fez um gesto com a cabeça para que eu o seguisse, e assim eu fiz.
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STALKER | BTS | TAEHYUNG
Fiksi PenggemarApós ter ido embora do seu país de origem, Nathália (Nana) se encontra sozinha na Coreia do Sul tentando esquecer um passado triste e sombrio que tanto a apavora. Porém sua vida que até então estava tranquila, se torna uma bagunça completa após conh...
