Nessa nova história, Ísis, filha de Aysha e Melissa, vive os conflitos amorosos de uma adolescente, com muita confusão e é claro, muito crime envolvido, afinal, aprendeu com sua mãe Melissa, a ser a melhor traficante possível
Já era 22:00 horas da noite, só tava esperando o horário pra me arrumar e ir buscar a pretinha
Nossa, aquela mina tá mexendo com a minha cabeça, só penso o quanto ela é bonita e cheirosa, tenho que parar com isso papo reto
Tava distraída jogando videogame até alguém entrar no meu quarto, olho pra trás e a Japa, ela tava só de top e bermuda com a blusa no ombro
Coringa - virou casa da mãe Joana aqui? - falei e ela riu, ela tá uma delícia assim
Japa - já sou de casa pô, e a sua mãe pediu pra eu vigiar você até a hora que tu for, inclusive, porque vai tão tarde pro baile?
Coringa - vou buscar uma amiga na casa dela, os pais dela são tilt então tem que ser nessa hora - ela fica me olhando com cara de cu - que foi? Ta me olhando assim porque?
Japa - que amiga é essa? - nego com a cabeça
Coringa - quer saber pra que?
Japa - curiosidade - ri dela
Coringa - aham, sei - falei rindo e deixei o controle na minha mesa, levantei da cadeira e fui até ela - você tá é com ciúmes
Japa - tua buceta - dei uma gargalhada
Coringa - dela tu gosta - falei rindo e ela de cara fecha - você tá tão gostosa hoje - falei no ouvido dela e a mesma agarrou a minha cintura com força, me fazendo soltar um gemido fraco
Japa - não me provoca se não for fazer nada - ela fala apertando o meu pescoço e eu dou um sorrisinho de canto
Coringa - fiquei até molhada - dei um selinho nela
Sentei ela na cama e fui pro seu colo com uma perna de cada lado, tava só de calcinha e blusa, então ela foi abaixando a minha calcinha enquanto eu beijava o seu pescoço
Japa - tem camisinha aí? - nego com a cabeça - como nois vai fazer o bagulho então?
Coringa - vai sem mesmo, depois eu tomo remédio - continuo beijando o pescoço dela
Japa - não dá preta, esses remédio né pra ficar tomando sempre não - ela começa a procurar nos bolsos e acha uma - pronto, coloca - entrega pra mim e eu reviro os olhos
Me afasto um pouquinho dela e abaixo a sua bermuda junto com a cueca, seu membro pula pra fora já duro, meu corpo ferve na hora, coloco a camisinha nela e já encaixo a minha buceta, solto um gemido manhoso olhando nos olhos dela
As mãos dela vão pra minha coxa e ela começa a estimular as minhas sentadas, não rompemos contato e gememos uma pra outra na mesma intensidade
Coringa - eu tô quase - falo com dificuldade e aumento a velocidade das sentadas
Japa - mas já? - fala rindo e começa a empurrar mais fundo me fazendo gemer alto
Coringa - uhum - falo mordendo os lábios pra não gemer
Sinto minha buceta apertar e logo em eu gozo, solto um gemido e reviro os olhos, tento controlar a minha respiração mas ela me deita na cama e começa a socar de novo a minha buceta, só que mais forte e fundo, meu corpo se contorcia involuntariamente e eu tava gemendo muito
Japa - puta que pariu, eu vou gozar - falou indo mais rápido e eu senti seu pênis inchando dentro de mim - porraaaa - fala dando um último empurrão em mim e provavelmente gozando
Ela para de se mexer e estávamos com a respiração ofegante e descontrolada, ela sai de dentro de mim e tira a camisinha, depois joga ela fora e volta pra cama, abre as minhas pernas e começa a me chupar com força
Ficamos nessa por um tempo, e já era onze horas, pedimos um lanche e comemos tudo, depois ela foi pra casa dela se arrumar e eu fiz o mesmo
Fiquei trajada e cheirosa, mandei pra mina lá e ela já tava arrumada
(Roupa da coringa)
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Esperei ela me acionar dizendo que tava suave eu ir e guiei pra lá de moto, prós pais dela não embaçarem, desliguei o motor da moto antes de entrar no beco da casa dela e entrei lá empurrando a moto, parei bem frente a janela do quarto dela e ela já foi saindo
Ia falar mas ela não deixou
Larissa - shiiiu, fica quietinha - falou bem baixo
Coringa - tá bom - falei no mesmo tom dela - sobe aí
Ela subiu na moto e eu saí de lá ainda empurrando, só quando passou da casa dela que eu dei partida e guei pro baile
Chegamos lá e geral já olhou pra gente, um monte de mina olhando ela com cara de nojo, mó deselegante isso aí
Coringa - ninguém vai dá uma de x9 e contar pra eles não né?
Larissa - eu espero muito que não, meu pai tá estressado e eu não tô afim de apanhar - suspira, da pra sentir o cansaço dela mano, a mina deve ouvir um monte dentro de casa
Coringa - aí, se ele encostar um dedo em tu, pode me falar que eu levo ele pras ideia - ela ri e nega com a cabeça - bora entrar - segurei a mão dela e sai puxando pro camarote
Tava cheio pra caralho hoje, mas todo mundo abria espaço pra gente passar, subimos pro camarote e fomos pra mesa