Jungkook
Estou condenado ao inferno profano.
O abuso pode parecer amor e pessoas famintas comem qualquer coisa, e esse foi o erro do meu irmão.
Caminho lentamente até a sala e vejo que o sedativo que apliquei nela, sem que ela percebesse fez efeito, costuro o buraco da bala novamente que se abriu, há sangue por toda sua roupa novamente.
Pego S/N no colo e a levo para o meu quarto, tiro sua roupa com calma.
— Que mulher perfeita.- digo baixo mais ainda o suficiente para que ela me ouça.
— Por que estou nua?
— Sua roupa estava coberta por sangue, eu estava prestes a te vestir mas você despertou.- digo lhe monstrando a camisa em minhas mãos.
— Sabe.- prossigo falando.— Poucas coisas me fazem felizes e você é uma delas.
Um sorriso inocente nasce em seus lábios carnudos e rosados.
Minhas mãos passeiam pelo seu rosto arrepiando sua pele branca, seus olhos se fecham quando toco seus lábios seguro seu pescoço com uma mão, e com a outra a dentro meus dedos em seu cabelo longo, enrolo seus leves cachos em meus dedos e puxo para trás com fome dela.
Fome dela em cima de mim.
Fome do gosto que nunca senti.
Fome do desejo que guardei por todo esse tempo.
Fome desesperadora pelo prazer obscuro que ela me causa.
Chego perto o suficiente de encostar nossos narizes, umedeço meus lábios e me abaixo na altura do seu pescoço, deposito leves beijos quentes e molhados e vejo que ela arfa com o prazer.
— Quero fuder você com tanta vontade que nunca mais você conseguir olhar pra outro homem sem lembrar de mim.
Mordo com uma leve força o bico do seu seio e ouço o meu passaporte para o inferno.
Seu gemido.
Traço um mapa com a boca até suas pernas, as separo e coloco elas sobre meus ombros.
— Quero que você grite, gema ao meu toque, me leve para o inferno de uma vez por todas.
Abocanho com fome sua intimidade, parecia que eu era um cachorro na coleira que estava sem comer a dias.
Passeio com a minha língua fazendo com que ela arque as costas ainda mais, aprofundo minha língua fazendo com que ela gritasse por mais, implorasse pelo meu toque.
— Jeon.- ela me chama quase tão baixinho como um sussurro.
Saio do meio de suas pernas e seguro seu rosto apertando suas bochechas.
— Eu sou o seu homem, me chame amor.- a solto e me arrumo para voltar a minha posição de antes.
— Eu acho que não estou preparada para isso.- como uma facada essas palavras me atingem.
— Eu não vou parar.- olho nos fundos dos seus olhos e enxergo o medo que ela sentia de mim.
— A maneira como você fala, me parece que nunca transamos.
— Eu esperei messes por você S/N te procurei feito um louco lunático por meses, sem saber sobre seu paradeiro sem saber nada de você.
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O mafioso e eu
RomancePor obra do destino acabo sendo sequestrada pelo maior mafioso da Coreia, mas o que eu não contava é que eu seria a pessoa certa no lugar errado.
