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Han Jisung

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Han Jisung.

Minho entrou no apartamento parecendo mais aliviado depois de escutar minha explicação do porquê não ter respondido a mensagem, e ter demorado pra atender a porta.

- Fiquei preocupado. - Ele falou baixo e eu olhei pra ele confuso.

- Eu ia te ligar caso acontecesse ou precisasse de algo, Lino.

- Não é isso, é que sua tia passou na cafeteria hoje. - Escutei e minhas mãos começaram a tremer, apertei Hyein nos meus braços e senti minha garganta secar.

- O que? - Pergunto em tom baixo e trêmulo.

- Minju foi lá e questionou a existência de Hyein, eu fiquei apavorado, Jisung. - Ele fala e meu coração se aperta. - Mas eu tô vendo que vocês estão bem e seguros, então tô mais tranquilo.

- O que... ela perguntou?

- Algo tipo "você não contou pra ele sobre aquela gravidez, certo?" ou "você teve a criança?", mas antes de eu me estressar, já que essa mulher tá me importunando a tempo demais, chegou outro cliente e eu fui obrigado a atender. - Olhei para Minho preocupado e soltei meus feromônios para acalmar ele. O ômega sorriu agradecido e continuou: - Eu tive que esperar o meu horário de almoço começar pra poder vir pra cá.

- E-eu... desculpa eu devia ter te respondido antes, evitaria seu estresse e preocupação. - Digo em tom baixo desviando o olhar, me sentindo culpado.

- Tá tudo bem, Ji.

- Não... aquela mulher... ela é um monstro. - Olho para o ômega, que solta seu doce feromônio. - Ela não queria que eu conhece a melhor coisa da minha vida! Ela me impediu de ficar com você! Com Hyein!

- Calma... - O ômega começa a acariciar meu cabelo e eu fecho os olhos.

- Lino... caso ela se aproxime de você de novo, me liga, me grita, não sei! Dá um jeito de entrar em contato comigo. Eu quero esfregar umas coisas na cara dela e de quebra dar um aviso pra não perturbar a minha família. - Digo e percebo minha voz ocilando com a do meu lobo. Lino me olha com os olhos arregalados.

O que?

Eu disse "minha família"...?

Minha família... Eles dois são a minha família.

- E você falou pra ele que vocês são uma família, bocó, não sabe guardar segredo.

- E a culpa é de quem, pulguento?

Respirei fundo criando coragem.

- E-eu não quis d-di-

O ômega interrompe a minha fala com um abraço, sendo um pouco desajeitado pela bebê ainda está no meu colo. Retribuí o abraço com um braço apenas e abaixei minha cabeça, colocando meu nariz em sua glândulas de feromônio, assim, me acalmando ao sentir seu cheiro.

Filhote - Hanknow ABOOnde histórias criam vida. Descubra agora