[CONCLUÍDA]
Jisung é um alfa muito talentoso, e devido isso, conseguiu conquistar seu sonho de se tornar um artista mundialmente conhecido, mas para isso ele teve que fazer alguns sacrifícios.
Minho é um ômega muito belo e apaixonado, que (in)felizm...
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Han Jisung.
Minho entrou no apartamento parecendo mais aliviado depois de escutar minha explicação do porquê não ter respondido a mensagem, e ter demorado pra atender a porta.
- Fiquei preocupado. - Ele falou baixo e eu olhei pra ele confuso.
- Eu ia te ligar caso acontecesse ou precisasse de algo, Lino.
- Não é isso, é que sua tia passou na cafeteria hoje. - Escutei e minhas mãos começaram a tremer, apertei Hyein nos meus braços e senti minha garganta secar.
- O que? - Pergunto em tom baixo e trêmulo.
- Minju foi lá e questionou a existência de Hyein, eu fiquei apavorado, Jisung. - Ele fala e meu coração se aperta. - Mas eu tô vendo que vocês estão bem e seguros, então tô mais tranquilo.
- O que... ela perguntou?
- Algo tipo "você não contou pra ele sobre aquela gravidez, certo?" ou "você teve a criança?", mas antes de eu me estressar, já que essa mulher tá me importunando a tempo demais, chegou outro cliente e eu fui obrigado a atender. - Olhei para Minho preocupado e soltei meus feromônios para acalmar ele. O ômega sorriu agradecido e continuou: - Eu tive que esperar o meu horário de almoço começar pra poder vir pra cá.
- E-eu... desculpa eu devia ter te respondido antes, evitaria seu estresse e preocupação. - Digo em tom baixo desviando o olhar, me sentindo culpado.
- Tá tudo bem, Ji.
- Não... aquela mulher... ela é um monstro. - Olho para o ômega, que solta seu doce feromônio. - Ela não queria que eu conhece a melhor coisa da minha vida! Ela me impediu de ficar com você! Com Hyein!
- Calma... - O ômega começa a acariciar meu cabelo e eu fecho os olhos.
- Lino... caso ela se aproxime de você de novo, me liga, me grita, não sei! Dá um jeito de entrar em contato comigo. Eu quero esfregar umas coisas na cara dela e de quebra dar um aviso pra não perturbar a minha família. - Digo e percebo minha voz ocilando com a do meu lobo. Lino me olha com os olhos arregalados.
O que?
Eu disse "minha família"...?
Minha família... Eles dois são a minha família.
- E você falou pra ele que vocês são uma família, bocó, não sabe guardar segredo.
- E a culpa é de quem, pulguento?
Respirei fundo criando coragem.
- E-eu não quis d-di-
O ômega interrompe a minha fala com um abraço, sendo um pouco desajeitado pela bebê ainda está no meu colo. Retribuí o abraço com um braço apenas e abaixei minha cabeça, colocando meu nariz em sua glândulas de feromônio, assim, me acalmando ao sentir seu cheiro.