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Lee Minho

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Lee Minho.

São exatamente oito e quarenta e um da noite de uma quarta-feira e eu me sinto extremamente estressado.

A vida realmente gosta de fuder meu psicológico de uma forma que me desgasta, tanto fisicamente quanto emocionalmente.

Encosto minha cabeça no travesseiro, tentando relaxar deitado na cama de Yongbok. O motivo de eu estar aqui? Bem, meu maior terror do passado voltou.

Eu já sabia que ela estava ciente de onde eu trabalho, eu sabia que ela provavelmente também descobriria que eu contei para Jisung sobre a filhote. Mas eu não sabia que ela seria tão baixa a ponto de ameaçar pedir a guarda da minha filha, me colocando como incapaz de cuidar de uma bebê sozinho, sendo ômega.

Eu sei que ela é uma grande mentirosa que ama blefar. Mas meu lobo se sente angustiado a ponto de me fazer chorar.

Hyein é a minha vida e nem eu e nem meu lobo suporta cogitar não ter ela conosco. Minha mente prega peças em mim e eu não consigo pensar em nada além da proteção da minha bebê.

Infelizmente Hyein está registrada apenas como uma Lee - Jisung já disse que quer colocar seu sobrenome na alfa e registrar também, o que é um ponto positivo - e como eu sou ômega, se ela pedir a guarda, é capaz de ela conseguir antes de Jisung assumir a criança. Han Minju é poderosa.

Minju sempre me ameaçou, desde que estava grávido, e durante a gravidez quando me mantive longe e quieto, ela parou de me atormentar. Agora, eu ainda sou apenas um ômega, mãe, que tem uma bebê pra cuidar.

Eu sei que prometi a Jisung que contaria a ele se ela falasse comigo, mas eu preciso de um tempo para pensar e controlar minhas emoções, eu não posso surtar. Ainda mais que Jisung quem está com minha bebê agora, eu me odiaria se Hyein me visse surtar.

Vim para a casa de Felix, mesmo ciente de que ele não sabe da história entre mim e Minju. Eu preciso de apoio e ele me escuta e me aconselha.

- Aqui, Min. - O loiro estende um copo com um líquido meio verde e eu faço careta.

- O que é isso? - Perguntei me sentando na cama.

- Chá. É pra você se acalmar. - Virei o rosto e fiz bico.

- Não preciso me acalmar, eu já estou calmo.

- Dá pra sentir esse cheiro de morango azedo de longe. - Revirei os olhos e bufei irritado, pegando o copo.

- Isso é horrível. - Digo começando a beber o chá que me foi dado.

Filhote - Hanknow ABOOnde histórias criam vida. Descubra agora