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Han Jisung

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Han Jisung.

Assim que cheguei na casa do ômega Seo, fui recebido calorosamente por um abraço aconchegante do mais velho, logo retribuí na mesma intensidade, afinal, foram duas semanas e meia longe das pessoas que eu mais convivo por longos anos.

- Parece que eu não te vejo há décadas. - O ômega baixinho disse se afastando do abraço e me dando espaço para adentrar em sua casa.

- Exagerado. - Digo risonho. - E sua mãe, como tá?

A mãe de Changbin é um amorzinho, ela é super legal, por mais que odeie que eu a chame de tia. Ela quem fazia meus lanchinhos quando eu ia para escola, já que Minju não se importava comigo, então eu tenho um apreço muito grande por ela. A senhora Seo é uma ômega pura, tanto o subgênero quanto o coração. Faz tempo que eu não a vejo e agora que estou aqui, quero vê-la.

- Ela tá bem sim. - Ele diz me levando em direção a cozinha. - Até arranjou uma namoradinha e não me contou!

- Céus, Jihyo realmente é uma figura! - Assim que termino de falar, vejo um homem de avental rosa atrás da bancada da cozinha, de costas enquanto lavava a louça e coloquei a mão na boca tentando não rir. - Que isso ein, Chan Hyung, largou o 3Racha pra virar empregado?

O alfa se virou pra mim com os olhos semicerrados e depois continuou a lavar os talheres.

- Changbin Hyung, cadê o uno? - Perguntei e o ômega sorriu brincalhão, levantando o pacote que estava na mesa. - Dessa vez eu ganho!

☆☆☆☆☆

Coloquei a carta do mais quatro no baralho colorido no centro da mesa, e vi Bangchan me fuzilar com os olhares, porém logo sorrir de orelha a orelha, colocando mais dois. O ômega colocou outro mais dois e eu olhei para meu próprio jogo, que tinha apenas duas cartas.

- Não acredito. - Fiz uma careta triste.

- Bem feito. - O alfa diz.

Levei minha mão para o baralho que contia as cartas para serem pegas e desviei, colocando meu jogo no centro da mesa.

- GANHEI, CHUPA! - Eles olharam as cartas boquiabertos: uma de mais quatro e outra de mais dois. - Passa meu dinheiro. - Estiquei a mão.

- Você roubou! - O ômega acusou e eu ri.

- Aceita que dói menos, flor. - Joguei meu cabelo imaginário aos ventos, exibindo minha vitória.

- Que isso? - Chan perguntou franzindo a testa enquanto se inclinava na minha direção e eu me afastei.

- Isso o que? - O alfa continuou se inclinando e pegou nos meus ombros. - Eu não escondi carta! - Falo mas o homem não se importou, passando a mão no meu pescoço de forma lenta. - Que foi, Hyung?

Filhote - Hanknow ABOOnde histórias criam vida. Descubra agora