Mesmo sem respirar eu continuo
Entre vocês, eu ando agonizando e gritando silenciosamente
Tudo queima por dentro
Por onde eu ando, eu deixo para trás o rastro de sangue
E se eu cair, uma força que me condena me faz levantar e continuar
A pele e o coração se muta e se renova contra minha vontade
De forma culposa, eu quero que algo acabe comigo
Mesmo doendo, a caminhada agoniante da vida continua
Não estou aqui para provocar ninguém, mas se me provocarem
Se me machucarem igualmente como a vida faz
Eu vou querer gritar, colocar para fora
Desabafar também machuca
Sou forte não porque eu quero, mas porque sou obrigada
Sou uma vida condenada a viver e evoluir
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Agonia Fantasma
PoetryAgonia Fantasma explora as feridas da alma, onde o desespero e a redenção se encontram. Em cada verso sombrio e visceral, a luta por autocompaixão emerge como uma faísca tênue em meio à escuridão. Estes são poemas que dançam entre o caos interior e...
