Helen, não me entenda mal
Mas acho que eu morri naquele dia em que eu te liguei chorando na rua
Bem ali onde sentei para conversar com você
Não existe "eu" depois daquele dia
Passo por aquele lugar e sinto que enterrei meu corpo
O que veio depois é algo que ainda não entendo
É quase como um castigo, porque a vida não faz muito sentido a ser vivida
Não tem muito gosto ou cor
Devo ser um cadáver que anda e respira
Que ainda sente e se lembra
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Agonia Fantasma
PoetryAgonia Fantasma explora as feridas da alma, onde o desespero e a redenção se encontram. Em cada verso sombrio e visceral, a luta por autocompaixão emerge como uma faísca tênue em meio à escuridão. Estes são poemas que dançam entre o caos interior e...
