em 2003, no Reino de Geórgia, nasce a primogênita do Rei Gabriel e da Rainha consorte Emanuella, a princesa Ana Flávia.
Com seus 8 meses dentro de ventre de sua mãe já começaram as procuras de um futuro marido para a mesma.
No Reino de Borrering nas...
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Ana acordava de seu sono... ou melhor, tentativa de sono, já que ela passou a noite toda chorando lembrando da sua última conversa com Gustavo.
A garota se levantou da grande cama e caminho até o closet para trocar de roupa, quando abre a porta principal se assusta com o grande espaço vazio nos armários.
As roupas de Gustavo haviam sumido.
A garota rapidamente se troca e faz suas higienes saindo logo em seguida de seu quarto e esbarrando no mordomo.
- Perdão Sr.Pedro
- Não tem problema vossa alteza - ele diz simpático
- Você viu Gustavo?
- Sim, ele está no quarto dos trigêmeos - o senhor grisalho diz e então Ana sai correndo até os aposentos de seus filhos.
Ela abriu a porta de rapidez e então se depara com Gustavo entregando uma rosa para a filha que estava em pé no berço.
- mamã - a futura rainha diz ao ver a mãe parada na porta.
- Que? - a mulher se surpreende e se aproxima da filha com um sorriso nos lábios
- mamã - ela repete
- ouviu isso? - Ana pergunta pegando a filha no colo e derramando algumas lágrimas
- Ouvi - ele sorri
- ela me chamou, Gu - a garota limpa as lágrimas - ela sabe que eu sou a mamãe.
- Claro que sabe, Ana - ele ri - ela é esperta - o príncipe toca no nariz da criança que gargalha
- papá - Aurora mostra a flor para a mãe, dizendo que foi seu pai que havia lhe dado a rosa
- Papai te deu uma flor, meu amor - ela beija a bochecha da filha - que linda
Gustavo se afasta das mulheres e se aproxima dos garotos dando um beijo na testa de cada um e logo se aproximando da filha e fazendo o mesmo.
- até logo, Ana Flávia - o príncipe faz uma reverência a Ana que segura seu braço em seguida
- onde você vai?
- vou voltar pra Borrering, minhas coisas já estão no carro, eu só vim me despedir das crianças - ele diz colocando as mãos pra dentro do bolso na calça.
- Não pode ir, não agora - ela larga a filha no berço - você não pode me abandonar agora que estamos nessa luta com Apólo.
- Eu sinto muito, Ana. Se quiser posso levar Apólo comigo...
- Não! Você não vai separar meu filho de mim, muito menos dos irmãos
- E o que você quer que eu faça então? - passou as mãos no rosto.
- Quero que fique!
Gustavo retirou as mãos do rosto e encarou a esposa que tinha um brilho nos olhos por conta das lágrimas que ameaçavam cair.