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Ana acordava de seu sono

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Ana acordava de seu sono... ou melhor, tentativa de sono, já que ela passou a noite toda chorando lembrando da sua última conversa com Gustavo.

A garota se levantou da grande cama e caminho até o closet para trocar de roupa, quando abre a porta principal se assusta com o grande espaço vazio nos armários.

As roupas de Gustavo haviam sumido.

A garota rapidamente se troca e faz suas higienes saindo logo em seguida de seu quarto e esbarrando no mordomo.

- Perdão Sr.Pedro

- Não tem problema vossa alteza - ele diz simpático

- Você viu Gustavo?

- Sim, ele está no quarto dos trigêmeos - o senhor grisalho diz e então Ana sai correndo até os aposentos de seus filhos.

Ela abriu a porta de rapidez e então se depara com Gustavo entregando uma rosa para a filha que estava em pé no berço.

- mamã - a futura rainha diz ao ver a mãe parada na porta.

- Que? - a mulher se surpreende e se aproxima da filha com um sorriso nos lábios

- mamã - ela repete

- ouviu isso? - Ana pergunta pegando a filha no colo e derramando algumas lágrimas

- Ouvi - ele sorri

- ela me chamou, Gu - a garota limpa as lágrimas - ela sabe que eu sou a mamãe.

- Claro que sabe, Ana - ele ri - ela é esperta - o príncipe toca no nariz da criança que gargalha

- papá - Aurora mostra a flor para a mãe, dizendo que foi seu pai que havia lhe dado a rosa

- Papai te deu uma flor, meu amor - ela beija a bochecha da filha - que linda

Gustavo se afasta das mulheres e se aproxima dos garotos dando um beijo na testa de cada um e logo se aproximando da filha e fazendo o mesmo.

- até logo, Ana Flávia - o príncipe faz uma reverência a Ana que segura seu braço em seguida

- onde você vai?

- vou voltar pra Borrering, minhas coisas já estão no carro, eu só vim me despedir das crianças - ele diz colocando as mãos pra dentro do bolso na calça.

- Não pode ir, não agora - ela larga a filha no berço - você não pode me abandonar agora que estamos nessa luta com Apólo.

- Eu sinto muito, Ana. Se quiser posso levar Apólo comigo...

- Não! Você não vai separar meu filho de mim, muito menos dos irmãos

- E o que você quer que eu faça então? - passou as mãos no rosto.

- Quero que fique!

Gustavo retirou as mãos do rosto e encarou a esposa que tinha um brilho nos olhos por conta das lágrimas que ameaçavam cair.

𝗽𝗿𝗼𝗺𝗲𝘁𝗶𝗱𝗼𝘀 | 𝗆𝗂𝗈𝗍𝖾𝗅𝖺✔Onde histórias criam vida. Descubra agora