Prólogo: Em uma base policial onde segredos são armas e a lealdade é constantemente testada, Sn e Vernon tentam esconder seus sentimentos. E acabam vivendo um romance proibido.
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Sn e Vernon estavam dentro do carro de patrulha, estacionados em uma praça silenciosa, com apenas o rádio da viatura quebrando o silêncio. A noite estava calma, mas ambos sabiam que aquela praça, embora parecesse tranquila, era conhecida por casos de roubos e furtos. Sn olhou para Vernon, que estava ao volante, e percebeu que ele estava mais quieto do que o normal.
Ultimamente, ele vinha agindo de forma estranha, mais reservado, às vezes evitando contato visual, mas sempre prestando atenção nela de uma maneira que ela não conseguia explicar.
- Vou buscar um café pra gente - Sn anunciou, quebrando o silêncio. - Tá muito quieto hoje, e eu não quero dormir no turno.
Vernon olhou para ela rapidamente, seus olhos escuros parecendo hesitar por um momento antes de concordar com a cabeça.
- Tá bom. Mas não demora, tá? - ele disse, a voz um pouco mais suave do que o normal.
Sn sorriu, abrindo a porta do carro.
- Relaxa, Vernon. Tô só ali na esquina. Se precisar de mim, grita.
Ele não respondeu, apenas assentiu novamente, os olhos seguindo-a enquanto Sn caminhava em direção à lanchonete mais próxima. Sn não notou, mas Vernon ficou observando-a até ela desaparecer na esquina, seus dedos batendo levemente no volante, como se estivesse lutando contra algo que não queria admitir.
Enquanto isso, Sn entrou na lanchonete, cumprimentou o atendente com um aceno e pediu dois cafés. Enquanto esperava, Sn olhou pela janela, observando a praça vazia e o carro de patrulha à distância. Algo naquela noite parecia diferente, mas ela não conseguia colocar o dedo no que era. Vernon vinha agindo de forma estranha há semanas, e Sn não sabia o que fazer com aquilo. Eles eram parceiros, colegas de trabalho, e ela não queria estragar a dinâmica deles com perguntas incômodas.
Quando os cafés ficaram prontos, Sn pegou os copos e começou a caminhar de volta para o carro. Ao se aproximar, Sn viu Vernon ainda sentado ao volante, mas desta vez ele parecia distante, como se estivesse pensando em algo sério. Sn abriu a porta e entrou, entregando um dos copos a ele.
- Aqui, pra você não dormir também. - ela disse, tentando aliviar o clima com um pouco de humor.
Vernon pegou o café, seus dedos tocando os de Sn por um breve momento, e ele pareceu hesitar antes de dizer.
- Obrigado, Sn. Você... você sempre cuida de tudo, né?
Sn olhou para ele, surpresa com o tom da voz dele.
- É o meu trabalho, Vernon. E o seu também.
Ele sorriu, mas era um sorriso meio triste, como se houvesse algo que ele quisesse dizer, mas não conseguia. Ele olhou para o café, girando o copo entre as mãos.
- É... é só que...- ele começou, mas parou, como se estivesse lutando contra as palavras.
Sn franziu a testa, preocupada.
- Vernon, tá tudo bem? Você tá agindo estranho ultimamente.
Ele suspirou, olhando para Sn. Seus olhos estavam cheios de uma intensidade que Sn nunca tinha visto antes.
- Sn, eu...- ele começou, mas antes que pudesse continuar, o rádio da viatura tocou, interrompendo o momento.
- Unidade 47, temos um relato de perturbação na Rua das Flores. Podem verificar?
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seventeen being seventeen
Humor⋆˚࿔ 🆂🅴🆅🅴🅽🆃🅴🅴🅽𝜗𝜚˚⋆ ୨ৎAceito pedidos. Venha se iludir e explorar sua imaginação com histórias , alguns hots e com varios momentos icônicos dos nossos lindos meninos ⋆ {+18} ୨ৎ𝐌𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚 ୨ৎ 𝐢𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨: 06/09/2024 ୨ৎ𝐅𝐢𝐦:...