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Ah! Que satisfação aspera estar aqui novamente com vocês, peço-lhes perdão pela demora, e como alguns já estão cientes, pela minha aposentadoria...

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Bang e seu bando encaravam atentamente os aldeões, se perguntando por que todos se reuniam naquela floresta naquela hora da noite.

— O que eles estão fazendo? — Jisung questionou confuso.

— São oferendas, hoje é Hari Perayaan, em outras palavras é o dia de celebração, eles fazem oferendas ao Seungmin em agradecimento por sempre proteger a vila de piratas e bandidos. — Explicou calmamente, mas acabou recebendo o olhar do bando todo. — É, é... Enfim, comemoram o aniversário do meu irmão.

— Então vocês são tipo uns deuses que eles cultuam? — Jisung estava realmente animado com a ideia. — Ei, Hyun. — Chamou o outro que acabara de sair ao convés. O moreno piscou algumas vezes. — O que está fazendo?

— Indo levar uma oferenda ao mestre Seungmin, toda a aldeia esta levando. — Disse o óbvio.

— Só não leve peixe, ele é sensível a isso. — bang tinha pessímas recordações. — e vocês, não vão levar?

— Eu nem sou aldeão.  — Lee respondeu com indiferença.

— Sou ateu. — Changbin continuou.

— Tenho a doença que não pode sair do navio. — Jeongin só estava com preguiça.

— Eu vou! — Jisung respondeu com empolgação, e, não era possivel contê-lo. Na mesma velocidade que o moreno entrou na cabine do navio indo em direção ao seu quarto, ele voltou. Tinha uma pequena cesta em mãos, todos se perguntavam como conseguiu organizar algo tão rápido.

Desceram do navio com suas oferendas e com seus presentes a Sereia Kim, Hyunjin levava ervas e medicamentos para que ele nunca adoecesse, Jisung levava perfumes naturais e sais para banho, para que ele estivesse sempre com um perfume deslubrande e belo, Felix levava flores para que Seungmin se alegrasse com a beleza que elas possuiam, Bang Levou o que tinha de mais precioso em seu navio, mas não quis deixar junto as demais oferendas, ele esperou para entregar diretamente a Seungmin.

Enquanto observavam de perto as pessoas deixando seus presentes e velas no local, Bang sorriu ao ver que mesmo amedrontando aqueles velhos, ele também era admirado por eles, óbvio que teriam medo de algo que não entendiam bem, mas cantavam e agradeciam os anos de prosperidade que estavam vivendo na ilha graças a sereia.

— Ah! São vocês, os... Amigos do Seungmin. — Haviam chegado os donos da taberna que os piratas conheceram noites antes.

— Bom ver vocês aqui! — Wooyoung disse mantendo um sorriso amigável no rosto.

— Eu vou procurar por ele. — Bang avisou aos três. — Boa noite, a vocês! — dessa vez direcionou a fala aos amigos de Seungmin.

Assim Christopher seguiu para o lado contrario daquela oferenda, indo até o casebre. Por algum motivo, ele estava nervoso, não conseguia se conter, tudo que tinha em sua mente era o mais novo sorrindo de forma que nunca havia visto antes.

Assim que bateu na porta, ajeitou sua roupa e aguardou o outro abrir, que foi feito quase instantaneamente. O pirata sorriu animado. Lá estava aquela sereia com a expressão mais indiferente possível, com seu olhar de mil facas e seus lábios retraídos como de alguém que chupou limão, tão contente quanto um morto, Chan suspirou e calmamente murmurou um “oi” tremulo cheio de nervosismo.

— O que você quer? — Questionou sem ânimo.

— O Lixie nos contou sobre hoje e eu vim trazer meu presente. — Assim que analisou mais um pouco percebeu que o homem parecia cansado e sua camisa tinha algo branco que parecia ser leite, talvez vômito? — Você esta bem?

𝑺𝒊𝒓𝒆𝒏 𝑬𝒚𝒆𝒔 ∆ 𝑪𝒉𝒂𝒏𝒎𝒊𝒏Onde histórias criam vida. Descubra agora