capítulo 77

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Luiz: Parece que você já fez a limpa aqui.  — o maior revisa o local.

Noah: Nada, apenas dei um jeito para que ele não possa fugir.

Kio: Esse padrezinho aí também está envolvido?

Vih: Cala a boca, Kio. Eu e ele somos vítimas aqui.

Noah: Vai colocar uma roupa, Victoria.

Padre D: Me desculpa mas já posso abrir os olhos? Eles estão queimando e eu não aguento mais não saber o que está acontecendo.

Chris: Ótimo, furou a porra do cano. Quem vai consertar isso aqui? — Ele disse analisando o cano.

Noah: Depois a gente vê isso.

Vih: Só veio vocês?

Dylan: Não, eu estou aqui também — disse arrumando o cabelo — E o chefe também veio.

— Victoria, você está bem? — o mesmo correu até ela.

Dylan: Ela está mas o padre... Nem tanto — o Padre Dom. Estava estirado no chão, com os olhos fechados e todos machucados. Ele tinha vários cortes no corpo, não muito profundos.

Vih: Chefe, o senhor vai matá-lo?

Liam: Eu sabia que você ainda iria me chamar pelo nosso apelido — o mesmo que estava no chão e todo corberto se sangue, sorriu quando a Victoria mensionou essa palavra.

— Então foi você que colocou fogo no meu armazém, invadiu e agora provocou vazamentos... Molto intelligente da parte tua — O Vincenzo estava com um isqueiro na mão, andando lentamente até o menor.

Liam: Vin-Vincenzo?

— Por que o desespero? Está devendo algo? — ele se abaixou, ainda brincando com o isqueiro.

Liam: Eu... Consegui completar sua missão, tio.

Todos ficaram boquiabertos com o que o Liam disse, ninguém acreditava, nem mesmo o Padre que estava quase desmaiando.

— Quantas vezes eu já te avisei que eu não aceito, em hipótese nenhuma, desrespeito com o meu nome?

Liam: Foi mal, chefe. — ele ainda estava no chão, ma

Noah: Ele... É seu sobrinho?  — o nojo no meu rosto era evidente.

— Claro que não. Eu nunca teria um parente tão desprezível e que me roubasse. Ele saberia que é um homem morto desde que o pensamento de fazer isso veio á tona.

O armazém estava envolto em um silêncio tenso, quebrado apenas pelo som do isqueiro clicando nas mãos de Vincenzo. O olhar dele estava fixo em Liam, que se contorcia no chão, cercado pelos olhares hostis dos outros. Todos claramente querendo logo a morte do indivíduo.

Liam: Eu que isso foi fora do comum mas acha que eu a sequestraria sem nenhum propósito, chefe? Eu queria protegê-la. Pode me liberar? Esse filha da mãe quase me deixou paraplégico.

Noah: Você sequestrou a Vitória e agora acha que pode sair impune? — gritei nervoso, meu rosto ardendo e vermelho de raiva. A necessidade de vingança queimava dentro de mim. Me aproximei de Liam com um olhar assassino.

Chris: Eu vou acabar com você, seu filha da puta! — Christopher grunhiu, os punhos cerrados ao lado do corpo. A vontade de fazer justiça com suas próprias mãos era quase incontrolável.

Liam ergueu as mãos em um gesto de rendição, mas o medo em seus olhos era evidente.

Liam: Espera! Eu só fiz isso porque achava que estava protegendo a Vitória! — ele implorou, sua voz trêmula. — Não precisa ser assim!

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