Vih: Eu quero te agradecer pelos presentes, sério você foi uma pessoa incrível com essa demonstração de carinho por mim. — ele olhou em volta.
Adrian: O seu namoradinho veio também? — disse ele me encarando. Idiota, ignorou tudo o que eu disse...
Vih: N-Não... — olhei para baixo, querendo evitar contato visual com ele.
Adrian: Como achou minha casa?
Vih: Te vi entrando aqui uma vez.
Adrian: Bom, como eu te disse, estava ocupado com o trabalho. E já que o seu namorado não está aqui, quer me ajudar com o trabalho? Mas assim, com todo respeito.
Vih: Acho melhor não, se ele souber ele me mata.
— e você principalmente, pensei.
Adrian: Ele te bate, Vic? — vi seus olhos percorrendo meu corpo em busca de algo, enquanto se sentava no chão da escadinha.
Vih: Claro que não! — olhei ao redor para ver se tinha alguma chance do Noah "escutar" toda aquela baboseira mas o carro dele não estava mais ali.
Adrian: Eu ainda não entendo do porquê dele ter tanto ódio de mim, será que ele pensa ué eu vou roubar você dele? — ele percorreu o olhar para a rua parada.
Vih: Eu... Quero dizer, aquilo não foi acidente. — ele me olhou perplexo.
Adrian: O que não foi acidente? O tapa que eu recebi do namorado da sua amiga, ou a ameaça de morte do seu namorado?
Vih: Não, Adrian. A pintura ter caído.
Adrian: Ah... Aquilo. — ele ficou um tempo pensativo, um silêncio se implantou no nosso meio — Por que pulou em cima de mim e não me deixou morrer?
Vih: Não sei, foi instinto.
Adrian: Como eu posso te recompensar?
Vih: Já disse que não precisa, Só te peço que fique um pouco longe de mim, não quero te causar problemas.
Adrian: Já que é assim... Pode pelo menos me ajudar no trabalho? Por favor, se eu não entregar até meia-noite eu reprovo.
Maldita hora que me deu vontade de ir no banheiro!
Vih: Aí... Eu não sei não, você não vai querer apanhar de novo, vai?
Adrian: Com todo respeito. Prometo que se eu tentar fazer algo, você pode me dar uma tapa também.
Vih: Mio Dio! Quanta pressão!
Adrian: Desculpa...
Vih: Tá! Mas se você morrer, não vai ser culpa minha.
Adrian: Morrer?
Vih: Nada, vamos logo.
Ele se levantou e ficou me olhando por um tempo, tentando entender o que eu acabei de falar. Ele fez sinal para que eu entrasse na casa primeiro que, entrei e me virei para trás esperando que ele entrasse também. Ele fechou a porta atrás de nós e deu um longo sorriso.
Começamos a caminhar pela enorme casa, a casa era fria e com aspecto de solitária. Parecia que não tinha ninguém ali e que ele vivia naquela enorme casa sozinho. Passamos pela sala e subimos uma escada em forma de espiral, preta.
Assim que eu cheguei na ponta da escada, comecei a sentir alguns calafrios, aquilo não estava normal. Não era medo e muito menos emoção, aquilo me dava um desespero e um frio na espinha. Apenas mantive a minha expressão neutra, para que ele não desconfiasse da minha insegurança de estar ali sozinha com ele.
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dark romance|•
Fiksi Penggemar"Nem que eu tenha que ir no mais profundo dos infernos para te encontrar, mas na minha mulher você não toca!" 👀🔞
