(em andamento e correção)
SINOPSE
Jeon sempre soube que o mundo não era justo. Órfão desde a infância, cresceu sob o domínio de um tio cruel e implacável, que fez de sua dor um combustível para o ódio. Criado entre segredos, vingança e ambição, se...
Olá meus Chins!! Voltei para mais um capítulo, e lembrando que agora em diante e só pra trás.
Aguardem os plotes , que tem muita coisa pra acontecer ainda.
Vamos lá! Não esqueçam o Votinho e comentem bastante.
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" No toque leve do primeiro olhar, floresceu em mim um novo luar. Teu riso, melodia que me guiou, num campo onde o amor despontou.
Mas veio o vento com cheiro estranho, soprando verdades de tom tão tacanho. Um sussurro quebrado, um rastro no chão, a mentira morando na tua mão.
O que era sol virou tempestade, e a paixão virou só saudade. Te amei como quem crê no destino, mas mentir foi teu ato mais genuíno.
Agora, calo o que era canção, e carrego o silêncio no coração. Foi amor, foi belo, foi meu — até o instante em que morreu."
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Observa o dia clarear lentamente pelas frestas da cortina, enquanto o corpo nu repousa confiante em meio aos lençóis amarrotados. A respiração é calma, o rosto parcialmente enterrado no travesseiro, cabelos ainda úmidos da noite anterior permanecem bagunçados — como se tivesse entrado em uma briga, pronto pra perder.
Talvez gostasse dele um pouquinho… se não fosse pela maldita teimosia, e aquela mania insuportável de se meter em assuntos que não lhe diziam respeito. Um pouco demais até para alguém que nem deveria estar ali.
Com um suspiro resignado, levanta-se da cama. Veste um robe leve de algodão azul-marinho e calça as pantufas já meio gastas — as mesmas de sempre, com um urso bordado na ponta. Passa uma das mãos pelos cabelos escuros e desgrenhados, cobrindo melhor o corpo forte antes de sair silenciosamente do quarto.
O aroma suave de café recém-passado o guia pelas escadas. Um cheiro morno e familiar que atravessa o corredor como quem dá boas-vindas.
— O que está fazendo aqui tão cedo? — pergunta ao entrar na cozinha, piscando os olhos ainda sonolentos, enquanto observa a mulher de cabelos brancos se movimentar com naturalidade entre as panelas. — São só cinco horas, Sin-ha...
— Você não costuma voltar pra casa nos finais de semana. — responde, sem sequer olhar para ele — E, geralmente, quando volta, sei que é pra ficar alguns dias. Então vim cuidar de você.
— Eu sei me cuidar.
— Eu sei que sabe. — afirma, com aquele tom que contradiz suas palavras. — Mas você ainda me paga. Mesmo que eu insista dizendo que não precise! — dá de ombros, batendo as gemas numa tigela com energia. — Preciso fazer alguma coisa. Não quero ser uma velha desocupada.