(em andamento e correção)
SINOPSE
Jeon sempre soube que o mundo não era justo. Órfão desde a infância, cresceu sob o domínio de um tio cruel e implacável, que fez de sua dor um combustível para o ódio. Criado entre segredos, vingança e ambição, se...
O lá meus Chins!! Bora pra maís um!! Não esqueçam o Votinho, e comentem bastante!
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"No véu da noite, onde sombras dançam, Caminho incerto entre dor e esperança. A lua observa, pálida e fria, Enquanto minha alma hesita em agonia. Escolho o veneno ou o doce encanto? A rosa sangra sob meu pranto. Corações partidos sussurram no vento, Promessas sombrias de um arrependimento.
O desejo clama com lábios de fogo, Mas o medo espreita, um eterno jogo. E no fim, sob o céu sem perdão, Permaneço cativo da indecisão. Pois amar ou fugir é morrer de maneira igual, No romance sombrio de um destino fatal."
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Faz dias que não vejo Jimin. Ele não aparece para o café, nem para o almoço, muito menos para o jantar. Não há sequer vestígios de sua presença naquela casa. E, por mais que eu tente admirar seu semblante em segredo, seu quarto está sempre trancado, transformando minha vida em uma verdadeira tortura. Seu afastamento não diminui meu interesse. Pelo contrário, sinto minha curiosidade e o desejo de tê-lo aumentando a cada minuto. Isso me deixa impaciente, inquieto. Se ao menos eu soubesse o que se passa naquela cabecinha... Por que ele simplesmente não pode dizer o que realmente achou, mesmo que fosse da pior forma possível, como sempre fez? Essa dúvida me consome, porque o silêncio dele grita mais alto do que qualquer palavra já dita.
Penso que talvez seja o mesmo motivo que deixa Jisun tão estressada: a falta de deveres como homem deve estar afetando seu comportamento. Mas, sinceramente, pouco me importo com o que ela sente. Não será um terço do que farei ela passar.
Só ele me interessa. Meu corpo e meus desejos estão inteiramente voltados para aquele maldito garoto. E eu não vou sossegar até que cada milímetro dele seja meu.
— Droga! — praguejo.
O volume na calça denuncia a minha perda de controle. Aperto o membro rígido, sentindo-o pulsar contra meus dedos, mas o som das batidas me tira do momento íntimo, forçando-me a recobrar a compostura. Respiro fundo, tentando dissipar o calor que tomou conta de mim. Ajeito apressadamente a roupa, tentando esconder qualquer vestígio da minha vulnerabilidade.
— Entre. — afirmo, recompondo-me rapidamente.
— Bom dia. Acabei de chegar de viagem. — Namjoon entra, ocupando a poltrona vazia. — Como estão os negócios?
— Você chegou hoje? — Questiono, tentando disfarçar minha irritação. — Onde estava?
— Como assim, onde?— me encara, incrédulo. — Fui fiscalizar a nova entrega da mercadoria, Jungkook. Onde você está com a cabeça?