(em andamento e correção)
SINOPSE
Jeon sempre soube que o mundo não era justo. Órfão desde a infância, cresceu sob o domínio de um tio cruel e implacável, que fez de sua dor um combustível para o ódio. Criado entre segredos, vingança e ambição, se...
Olá meus Chins!! Voltei, vamos lá para mais um capítulo! Não esqueçam o Votinho, e comentem bastante.
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"No início, um sopro, um brilho, um nada, Um grão de esperança na estrada apagada. O tempo, um rio que nasce em segredo, Correndo entre sonhos, desejos e medo.
Mas tudo que nasce já sabe partir,
O dia se apaga, a noite há de vir. Folhas que caem, marés que se vão, O fim é apenas um novo clarão.
Porque nada termina, tudo se enlaça, No ciclo da vida, o tempo não passa. O começo e o fim são apenas um, Do pó ao infinito, então a verdade sempre volta ao comum."
🌸
Acendo o cigarro enquanto admiro a vista fria através das grandes janelas. A fumaça que escapa dos meus lábios se mistura ao turbilhão de pensamentos que se agitam em minha mente. Olho por cima do ombro, observando o menor ronronar tranquilamente, bem embrulhado nos cobertores. Volto a tragar, soltando a névoa em seguida. Ele não me fez nenhuma pergunta sobre a visita inesperada do Namjoon, o que, de certa forma, me incomoda. Por que está tão calado?
Levanto-me em passos calmos, levando o notebook comigo. Caminho pelos corredores, vestido com o pijama preto com detalhes roxos conjunto do seu, que comprei recentemente. Ao chegar à sala, coloco o aparelho sobre a mesinh de centro me sentando no sofá. Começo pesquisando por noticiários antigos, buscando qualquer manchete que mencione meu avô ou algo relacionado a ele. Mas é como se o superior da família fosse mais temido e influente que o próprio presidente, já que nem mesmo o Google consegue fornecer uma única foto sua.
Suspiro, cansado. Meus pensamentos se embaralham, tornando difícil raciocinar. Algo me diz que o círculo está se fechando, e preciso agir rapidamente. Apanho o celular sobre a mesa e disco para a única pessoa que pode clarear minhas ideias neste momento.
— Com insônia, criança?
— Te pergunto o mesmo, Seok.
O silêncio paira do outro lado da linha, como se ele estivesse esperando minha pergunta óbvia.
— Como você sabia que o Namjoon estava vindo pra cá?
— Eu sou os seus olhos... Eu sei de tudo.
— Você ainda não me respondeu.
— Eu irei. — Pausa. — Também quero conhecê-lo mais. Mais do que você imagina.