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"Quem diria que aquele gostoso da festa seria meu professor? - Layla Styles"
O que será que acontece se uma aluna se apaixonar por um professor? Ou se um professor se apaixo...
Como eu tinha prometido, me levantei cedo e arrumei as coisas para irmos a praia, Layla se arrumou e logo saímos de casa, moramos a mais ou menos uma hora da praia. Comprei algumas besteiras para comer, pois a Layla não para a boca e eu não a culpo, a Cibele deve nascer um monstrinho de tanto que come.
- Oh Cibele, se acalma mulher - ri ouvindo Layla falar com a barriga.
- Ela só se acalma com o papai - falei botando a mão que estava livre, na barriga dela, sentindo um pequeno movimento - não da pra sentir tanto ela, como antes.
- Ela não tem mais espaço para se mexer tanto - Layla responde botando a mão na minha coxa e fazendo carinho, como sempre.
Depois de exatamente 1 hora e 10 minutos, chegamos na praia. Ficamos em um bar a beira mar, nos sentamos e de cara pedi uma água de cocô para Layla.
- Amor, tira uma foto minha? - ela pede me dando o celular.
Assinto e me levanto a acompanhando. Não sou fotógrafo e nem entendo nada disso, mas ela é e isso me incomoda, vai que eu tire uma foto ridícula e ela me mate? kkk zoa, mas não confio nos hormônios de grávida dela.
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Não é porque é minha mulher, afinal sou suspeito a falar, mas Layla ficou a gravida mais linda do mundo, mesmo com seus pés inchados, seu rosto um pouco redondo, sua mudança de humor repentina, eu acho e sempre irei achar ela linda de todos os jeitos e maneiras, mas deixando de boiolagem.
- Obrigada - ela me agradeceu vendo a foto. Tiramos mais algumas juntos e voltamos a nos sentar.
- Quer comer alguma coisa?- pergunto.
- O que tu acha? - ele bota a mão na barriga e ri.
[...]
A manhã passou rápido, aproveitamos muito, Layla então, nem se fala. Arrumamos as coisas e entramos no carro.
- Cansei! - ela fala soltando o ar dos pulmões.
- Somos dois! - ri e dei partida no carro.
- Amor, já pensou? - ela fala
- Em que?
- Em como será quando ela chegar com o primeiro namoradinho em casa? - ela fala se segurando para não rir.
- Eu mato os dois! - falo brincando, claro.
- Eu quero que você seja o melhor amigo dela - ela fala e eu a olho sem entender.
- Porque você está falando isso??
- Porque eu sempre fui amiga do meu pai, minha mãe já nem tanto. E eu serei amiga dela, mas quero que você também seja! - ela me olha. - que a entenda, que ela confie em você para contar as coisas.
- Eu sempre terei você ao meu lado para puxar minha orelha quando eu não for - falo rindo.
- Meu Deus - ela ri - Prevejo que ela irá vir até mim para falar os babados - Fomos o caminho todo conversando, como é que iríamos cuidar da nossa menina.
- E a escola? - pergunto.
- Integral! -ela fala.
- Coitada da menina! - eu ri
- Coitada nada! O ensino é maravilhoso!
- Temos muito tempo para pensar nisso - falei, pois iria tentar mudar a ideia de fazer mudar de ideia.
- Amor, eu amo muito você! - ela fala, me olhando.
- Eu também lhe amo, meu amor!! Amo vocês duas! - falo dando um selinho nela, aproveitando que estava parado no sinal.
[...]
Depois de mais ou menos meia hora, Layla adormeceu, abaixei, um pouco, a música e prestei atenção na estrada. Mas tudo aconteceu rápido de mais, vi um caminhão vindo em minha direção e tentei desviar, só não esperava por outro caminhão vindo no sentido oposto. Joguei o meu lado do carro, para cima dele, pois a única coisa que veio na minha cabela foi, a Layla está nesse carro! Senti um baque e tudo ficou escuro, apaguei.