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votem, comentem e tenham uma boa leitura.

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eram sete horas da noite quando taehyung fechou o caderno e suspirou, cansado de ensinar artes a jimin durante a tarde inteira.

— conseguiu entender alguma coisa? — perguntou, já sabendo da resposta.

— a única coisa que eu entendi é que eu não entendi nada.

— é tão difícil aprender quais são as cores primárias e secundárias? — respondeu. não acreditava que perdeu seu precioso tempo tentando colocar alguma coisa no cérebro de jimin quando podia ter jogado videogame.

— não sei por que preciso aprender isso. não vou usar no futuro. quem foi o idiota que teve a ideia maravilhosa de separar as cores? quero perguntar se ele não tinha nada pra fazer da vida quando inventou isso — parecia realmente nervoso. artes o deixava nervoso. toda matéria o deixava — não vê o arco-íris? tem 9 cores diferentes e mesmo assim é feliz, sem se importar se alguma é primária, secundária ou sei lá.

— são 7, na verdade.

— se eu quiser, adiciono mais 3.

— 2, você adicionaria 2. 7+2 são 9. se 3, ficaria 10.

— taehyung, a gente está estudando artes ou matemática? — disse, por fim, impaciente.

taehyung revirou os olhos e se levantou da mesa, pronto para chamar a mãe de jimin e dizer que já podia ir embora.

— senhora park? — chamou indo até a cozinha e vendo a mulher cozinhar um ensopado, cantarolando uma música qualquer — pode ligar para a minha mãe? já posso ir.

— não vai ficar para o jantar? — se virou para o garotinho, estampando um sorriso simpático em seu rosto.

o cheiro estava realmente bom, e taehyung adorava a comida de haewon. cogitou um pouco a idéia e quando olhou para um jimin desorientado na sala, decidiu rapidamente.

— eu gostaria de jantar com a minha família, desculpe, ajumma. — chega de jimin por hoje.

a mulher então, deu um de seus grande sorrisos e revelou de quem jimin tinha puxado o dele: seus olhos se fecharam quando abriu o semblante.

— que amor, aprecio isso! além de ser inteligente, dá valor a família. queria que o jimin fosse assim, mas qualquer oportunidade que ele tem de ficar longe dos pais, ele aproveita. — pegou o celular de cima do balcão e pareceu procurar algum número nos contatos. — e como foi com ele? está indo bem?

foi uma perda de tempo. seu filho é um fiasco, não tem jeito.

— claro, ele aprendeu rápido a matéria.

ao vê-la colocar o celular na orelha, deixou a mulher conversando com sua mãe e voltou para a sala. essa conversa iria durar um bom tempo, se ele as conhecia bem.

taehyung pegou seu caderno, estojo e livro de colorir e botou na mochila do league of legends que tinha implorado para sua mãe comprar quando viu.

ele não era um jogador tão bom, mas acreditava que era o suficiente para um menino da sua idade. mesmo assim, treinava todos os dias e sonhava em ser um daqueles jogadores famosos que vão a campeonatos.

— você contou pra ela? — jimin parecia chateado de verdade agora.

— eu não faria isso com o meu hyung — sorriu. mas tem que se esforçar, ela vai descobrir quando ver suas notas.

jimin soltou um de seus suspiros pesados e jogou os braços na mesa, de forma desajeitada.

— eu não consigo me concentrar em nada, taetae, eu já tentei, mas é muito melhor ficar com a cabeça afundada no travesseiro do que em livros.

— ah, eu sei que você se concentra muito bem quando o assunto é jungkook. por que não pede ajuda para ele? talvez dê certo assim — fechou a mochila e se sentou à mesa novamente.

— eu o levei à biblioteca esses dias, mas ele apenas ficou lendo uma revista idiota — respondeu, indignado. — ele não quis me dar um beijinho. só um eu pedi e sabe o que aquele olho de peixe morto disse? que queria dar beijos na lisa. ela nem é coreana. tomara que os pais dele não o deixem se casar com ela no futuro — amaldiçoou.

— um de mais novecentos beijos que você pede só em uma semana, não é? — riu — ele não tem chance com a lalisa, é só mais um de vários que gostam dela.

— oh, muito obrigado por esfregar na cara que aquela menininha nojenta é a preferida de todos.

e continuaram naquele assunto. taehyung ouvia os desabafos de jimin sobre como lalisa era uma pedra em seu caminho e como ela era falsa, mesquinha, e asquerosa. falou que já tinha visto ela sem meia na aula de dança e que o dedo do pé dela parece as garras do wolverine de tão grande.

a única coisa que taehyung dizia ao amigo era que era para ele pedir ajuda a jungkook, e usou uma tática nova: “hyung, kook gosta de pessoas inteligentes, não vê a lalisa? ela tem uma das melhores notas.

e foi só dizer aquilo que uma lâmpadazinha pareceu se acender na cabeça de jimin, e, com só mais uma ajudinha de taehyung, ele entendeu que azul é uma cor primária por não poder ser produzida por outra, e roxo secundária por ser formada por duas cores primárias: azul e vermelho.

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o wattpad trocou o travessão pelo hífen, eu vou cometer um crime de ódio¡¡¡¡ pessoas sairão mortas¡¡¡

decepções a parte, obrigada à essas mínimas pessoas que estão lendo a fanfic, fico feliz que estejam gostando (apesar de ter dois capitulos (na vdd, também não sei se estão gostando mesmo))

até a próxima att ♡

children | jikook [revisada]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora