Eu pego minhas pílulas, e lá vou eu de novo,
felicidade instantânea novamente
rindo de novo
boba de novo
louca de novo....não eu não sou louca. Loucos seríamos se fossemos normais nesse mundo de insanos. Eu só sou mais uma no mundo, mais uma viciada. Remédios, drogas, mas não sinto fome, não sinto nada, e não tenho que encarar a realidade, estou bêbada o tempo inteiro.
Minha realidade é diferente da sua. Viciado em eletrônicos, na tecnologia, no VR, mundo virtual.
Ao menos eu sei apreciar uma boa xícara de chá de frutas vermelhas ou um café, uma rolada na grama, uma brisa, um balanço, uma música que toca a natureza.
Por isso me encheram de remédios, porque sou diferente. Sou diferente deles, sou estranha por isso, e eles têm medo do que é estranho.
Anti-depressivos, calmantes, e lá vou eu. Nessas drogas que eu não precisava.
De volta a tolice e país das maravilhas. Mas nesse lugar...eu não sou nem a Alice, nem o Chapeleiro....Eu sou a Lebre de março. Sim, aquela lebre maluca.
Pois querem saber?
Eu me aceito assim......porque...
ESTÃO TODOS ATRASADOS PRO CHÁ!!!!!!!
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Espero que tenham gostado de mais este relato,
não tenho recebido nenhum apoio neles mas curto fazê-los, me digam vocês
obrigada se chegou até aqui
vote e comentem <3
até;
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Relatos nada pessoais..
RandomRelatos aleatórios de pessoas. Depressivas, alegres, em psicólogos, coisas que nunca diriam. Enfim, pensamentos nada puros e reveladores de problemas tanto do dia-a-dia, quanto em problemas que você nunca imaginaria.