Sinto quando a cabeça do pênis dele entra na minha intimidade, foi preciso estocar algumas vezes na entrada pra que ele conseguisse isso, o local era apertado e nao entrou facil.
Após a cabeca estar dentro Piranha olha nos meus olhos firme e solta um gemido alto
Derramo todas as lágrimas que tem em mim e nada resolve, ele não da atenção pra isso.
Antes de colocar todo o pênis ele fala sozinho como se estivesse pensando alto.
Piranha: calma Piranha, te concentra pra nao gozar antes de bota tudo caralho - ele esta entre minhas pernas porém com o corpo totalmente afastado do meu. O nojento começa a tirar a camisa sem nem mesmo tirar um milímetro da cabeca do seu pau sujo de dentro de mim.
Depois de arrancar a camisa do corpo ele deita sobre meu corpo que ainda estava com o vestido cobrindo a parte de cima e levantado em baixo. Entendo que naquele momento ele vai me penetrar por completo e que ali se vai minha pureza, minha virgindade.
Como vou contar isso pro Yuri? Dizer: primo enquanto voce esteve fora o Piranha me comeu e agora eu vou ser amante do meu pai.
No impulso de loucura eu empurro ele com toda minha força fazendo assim ele cair e bater a cabeça, eu pulo em direção a arma dele que estava na mesinha e aponto pro filho da puta.
Lauren: se tu se aproxima de mim vai morrer
Piranha: ta locona fia? Sabe nem atira com isso daí - ele fala bravo enquanto esfrega a mão na cabeça
Ele se deu mau porque o Yuri ja me mostrou como faz, nunca atirei de verdade mas o básico eu sei.
Dei um tiro na perna dele que gritou
Piranha: desgraçada do inferno, arrombada eu vou cume é teu cu vadia, agora tu vai ver
Atirei na outra perna ao ver que ele se aproximava....
Ele cai no chão e aproveito a chance, talvez a única chance naquela noite.
Pulo a janela do quartinho enquanto ele fica gritando pra eu voltar, agradeço por aquele som estar tao alto. Ninguém o ouviria.
Corro, corro sem parar ate chegar em casa, assim que chego na calçada ja vejo o carro do Yuri.
Lauren: Yuri - grito seu nome desesperada em lágrimas
Yuri: coé Lauren tava onde caralho? Cheguei e nao te encontrei véi - ele sai do quarto correndo em minha direção
Lauren: eu preciso ir embora daqui rápido.... eles vao me matar.
Conto rapidamente as principais partes pra ele, e escondo o detalhe que o Piranha penetrou parte do seu pênis imundo em mim. Fiquei muito emvergonhada e preferi esconder.
Yuri puxa da cintura uma arma e alterado fala que vai naquele momento matar os dois. Ele caminha ate a porta em passos largos e eu sabia que ele faria isso, só nunca matou porque eu e mamãe impediamos sempre.
Mas eu tambem sabia que seria a morte dele. Três enterros juntos. Não podia deixar ele entregar sua vida por causa daqueles dois seres imundos.
Foi ai que disse pra ele nao fazer nada. Que eu tava cansada disso e fugiria, sem olhar pra trás eu sairia daquela favela. Mesmo sabendo que o Antônio ou o Piranha me encontrariam e me matariam, ao menos eu teria tentado. Não ficaria ali parada olhando minha vida ir pelo buraco como minha mãe fez. Eu preferia morrer do que virar amante do meu próprio Pai, sentia ânsia só de pensar nisso.
Yuri sentou no sofa rápido e por segundos pensou, foram como se fossem eternos segundos, a qualquer momento alguém viria atras de mim. Algum indivíduo acharia o Piranha com as pernas baleadas, ou ate mesmo ouviriam seus gritos assim que o som cessasse por um segundo que fosse.
Nao tinha planos na minha cabeça a não ser o de fugir, pra onde eu nao sabia, não conseguia pensar em um lugar onde nao seria encontrada por eles.
Foi entao que o Yuri me disse algo que jamais pensaria sozinha. o unico lugar que não seria encontrada era na favela rival.
Favelas rivais tinham muitas, ninguem gostava do Piranha ou do Antônio, eles nao tinham aliado algum, falhavam com todos e era incrível como ainda nao estavam mortos por facções contrárias.
Mas o Yuri disse que o pior inimigo da Rocinha estava no morro do Alemão. O tal do Gao era o mais temido no Rio de Janeiro e que la o Piranha ou o Antônio jamais entrariam. Nao haveria possibilidades de sermos encontrados.
Fiquei muito surpresa quando ele disse que iria comigo, em um momento rápido, pegamos poucas roupas e todo o dinheiro do Yuri e tambem o de Mamãe que ela guardava pra se um dia se livrasse finalmente do Antonio poder assim sobreviver comigo.
Deu uma boa grana e metemos tudo no carro partindo dali.
*****
Na entrada do Morro do Alemão estavam varios homens armados. Eu estava em choque, mas o Yuri inventou uma história tranquilamente, dizendo que morávamos em um bairro simples do Rio que ele até disse o nome, mas a casa havia sido vendida de uma hora pra outra e não tinhamos pra onde ir, por isso a gente tava a procura de um barraco barato no morro
Nossa ficha foi passada pro Patrao segundo eles, fomos revistados e como o Yuri ja sabia desse procedimento havia deixado armas na Rocinha. Nao trousse nada que impedisse nossa entrada.
O Patrao liberou e nos foi indicado um barraco pra alugar, era do próprio patrão segundo os caras armados.
O Yuri me explicou mais tarde que o patrao era o tal do Gao.
Dai em diante as coisas andaram estranhas, nao saiamos na rua com medo de ser reconhecidos. Passou 4 meses e nada de noticias do Antônio ou do filho e as pessoas nos cumprimentavam de boa quando nos viam na porta ou janela. As vezes a gente saia pra ir no mercado e tal, em algumas dessas vezes conheci o Gao pessoalmente. Sempre com aquela arma grande atravessada nas costas me dava medo.
Mas ai acabamos nos falando em um baile, sim, 5 meses no morro e nenhuma desconfianca de nós dois, o sem vergonha do Yuri ja havia pegado duas garotas de lá e ate tinha levado uma pra casa, nada de alguem desconfiar de nós, nao havia mais motivos pra viver trancados.
Sofremos muito nessa vida e a gente so queria aproveitar a liberdade de não ter o Piranha encomodando e o Antônio batendo.
Acabei ficando com o Gao, sei la como consegui, ele era fechado, as primiras palavras sairam após eu tropeçar nele. Ele disse algo me xingando e eu pedi desculpas.
Logo depois um cara armado veio me dizer que o chefe queria meu numero e tal. Eu achei ele tão perfeito aoesar da cara ds mau que não resisti e dei.
Ficamos a primeira vez e quando transamos eu pude sentir o que era amor, naquele momento eu vi que ja amava ele.
Eu havia perdido minha virgindade com quem eu amava e nao com o lixo do meu irmão imundo.
Ficamos juntos alguns meses e ja faz um ano que moramos juntos.
Yuri é vapor de confiança dele...
Nossa vida é feliz!
Hoje somos felizes e vencemos juntos!
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Envolvida Com O Inimigo
FanfictionLauren tem 20 anos! Filha de um traficante mau visto e sem aliados ela se vê presa a dor das surras e humilhações causadas pelo próprio pai e irmão desde a infância. Aos 18 anos após a morte inesperada de sua mãe Lauren é obrigada a trabalhar no Ca...
