capítulo 7

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Paramos em alguma parte da estrada que eu não conhecia, era algo muito melancólico, as folhas a noite parecem te perdido o brilho, a luz solar não existe mesmo nessa cidade.

- Então quer fazer uma caminhada?

- Agora e oficial, você está mesmo me sequestrando? - olho pra ele com um olha de duvida

- Talvez - ele disse sorrindo, por algum momento eu pensei ter ouvido ele dizer mas alguma coisa.

Entramos na floresta assustadora, ele não dizia nada não fazia nenhum som e isso seriamente estava me incomodando.

- Você e daqui mesmo? daqui da cidade? - eu perguntei e prendi minha respiração

- Não, eu era da Califórnia, eu minha familia e Elis vinhemos pra cá por conta do trabalho do meu pai - soltei minha respiração, não sei por que mas e complicado para mim fazer perguntas paras as outras pessoas.

- Entendo, e meio complicado mudanças, eu pateticamente odeio isso - eu disse lembrando dos acontecimentos dos dias anteriores.

- Não acho que você seja patética, só um pouco pessimista - ele disse

- Que legal, deixei de ser patetica pra ser pessimista, você magoou meus sentimentos sabia? - A pergunta foi retórica, eu acho que ele tinha entendido, não acho que eu seja nem pessimista e nem patética, na verdade acho que um pouco dos dois e mas outras coisas - eu pensei.

- Você tem...bastante argumentos nessa mente né - ele fala cutucando minha testa com o dedo indicador - eu estava mesmo perdida em meus pensamentos que não notei quando tínhamos chegado a algum tipo de vale, a vista é de cair o queixo, era uma das partes altas de boston, nos sentamos bem na beira, e reparamos as luzes da cidade, os carros circulando e todo o resto das coisas que haviam por la.

- Meu pessimismo te incômoda? - eu disse depois de uns minutos

- Não, só e estranho que uma garota tão nova seja tão velha

- Sério agora você conseguiu feri meu ego, você se acha um... sei la um masoquista controlador? - eu não percebi que tinha quase cuspido as palavras na cara dele.

- Como masoquismo chego nessa conversa? E o que controlador tem haver com a minha pergunta? - ele sorriu meio pensativo - eu sinceramente acho que você tem problemas mentais.

- E talvez - eu disse pensando no meu provável tumor cerebral, ele mal sabe o tremor dessas palavras pra mim

- Posso te fazer uma pergunta? - ele olho pra mim

- Depende - eu disse meio desconfiada

- Me diga por qual razão você subiu na moto de um desconhecido?que poderia ser um assassino novo na cidade e te fazer um mal?

- Bom eu análisei e vi que você fez mas de uma pergunta, mas respondendo suas perguntas, eu realmente não sei onde eu tava com a cabeça, sinceramente eu senti que você não ia me causa um certo prejuízo.

- Talvez - ele sorriu - Então me fala um pouco de você, ja que está disposta a tenta ser minha amiga

- Não sou muito de fala de mim - eu corei, eu não gostava de apresentações.

- Posso fazer perguntas então?

- Se isso ajuda você em alguma coisa - eu falei virando meu rosto e olhando para as luzes da cidade a minha frente.

- Vou começa com algo leve pode ser? - eu balancei minha cabeça positivamente - Qual sua idade?

- Fiz dezoito a cerca de uns três a quatro dias atrás eu acho.

Meu Querido Harry (Livro I) Em RevisãoOnde histórias criam vida. Descubra agora