Cap.09: Amor ou Confusão?

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POV Anie

    Entrei com o carro no estacionamento o mais rápido que consegui e parei na vaga mais longe que encontrei. Assim que desliguei o motor e ficamos em silêncio por uns segundos. Não aguento mais.

    Soltei o cinto e subi em cima do colo dela, beijando. Sinto as mãos dela adentrarem o macacão que eu estava usando. Com agilidade e uma força gostosinha na pegada, quando dou por mim, ela já havia derrubado as alças do macacão. Ao ver a facilidade que ela tinha em tirar minhas roupas, fico ainda mais excitada, é como se ela tivesse nascido para isso. As mãos delas estavam geladas, talvez por causa do ar-condicionado do carro, mas fazia com que por onde ela passasse os dedos, ficasse um rastro que me causava um arrepio. Ela massageava meus peitos com firmeza, beliscando meus mamilos levemente. Aquilo estava me enlouquecendo, era como se minha buceta pulsasse sob o controle dela. Gemi, fazendo ela apertar com ainda mais força, me fazendo ficar ainda mais molhada.

Isso é obsceno de tão bom. — meu subconsciente dizia, suado e ofegante.

– O que foi? (Ela pergunta)

– Suas mãos estão geladas (respondo).

     Ela sorri, como se soubesse exatamente o que estava fazendo. Que confiança saborosa, esqueço facilmente de tudo quando ela fala assim.

     Ela começa a chupar meus peitos, mordiscando de leve meus mamilos de vez em quando. Sempre que ela mordia, pulsava. Senti a outra mão dela descendo, massageando meu corpo, me enchendo de espectativa para o prato principal. Ela brinca rapidamente com meu clitóris, bem devagar. Pra mim nem parecia mais que estava com o ar ligado, tudo estava quente. Entrelacei meus dedos no cabelo dela, passeando por toda a cabeça dela. A textura por entre meus dedos me deixou arrepiada. Quando passar a mão no cabelo de alguém foi tão bom assim?

– Deite lá atrás, quero sentir seu gosto (Ela manda, e meu corpo simplesmente obedece).

    Passei por entre os bancos, recostando na porta enquanto tirava o macacão por inteiro, aproveitei também para trancar as portas. Sorte que esse carro tem Insulfilm.

    Assim que termino de tirar, olho pra ela, esperando.

– Abra as pernas (ela manda), brinque um pouco consigo mesma pra mim.

     A voz dela parece hipnotizante, acho que não teria nada que ela me pedisse com esse tom de voz, que eu não obedeceria imediatamente. Pensar nisso me levou a uma linha de raciocínio bem gostosa, imaginando: o que ela poderia fazer com tanta habilidade e potencial que ela tem?

    A ideia de iniciar ela nesse mundo parece tão obscena... Mas ao mesmo tempo é tão excitante. Não é como se ela parecesse com uma criança... Com certeza uma criança não estaria me olhando com essa cara tão maliciosa e cheia de luxúria. Quando me deu por mim já estava me tocando.

– Tire isso, não consigo te ver direito (ela manda, me encarando).

    Senti escorrer.

    Levantei apenas minha pélvis, baixando a calcinha sem desviar meu olhar do dela. Ela estende a mão e entendo, colocando a calcinha na palma dela. Quando a mesma fecha, volto a minha posição anterior, e ao que estava fazendo... Sem nunca tirar os meus olhos do dela.

    Minha respiração estava acelerada, eu sentia as gotas de suor escorrendo por todo meu corpo, mas principalmente sentia a umidade no meio das minhas pernas. Como ela consegue me deixar assim? Isso me deixava ainda mais louca. Olho bem para aqueles olhos com um brilho malicioso que parecia a mira de um sniper, eu sentia o poder daquele olhar sobre mim. Eu poderia derreter aqui. Se ela continuar me olhando assim eu vou...

A Professora [REEDITADA]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora