CAPÍTULO 2 - O que foi isso??

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-Meu nome é Aspen! Prazer... - ele fala esticando a mão pra cumprimenta-lo.
-‎America. - digo apertando sua mão. - O prazer é meu. - digo me ajeitando em meu novo lugar.
-‎E ai caralhada. - o professor chega na sala... to vendo que ele vai ser o meu favorito kkk.

.....

Sinal pro recreio... pego minha coisas e saio, vou ate o banheiro e vejo como esta a minha make, logo após saiu e vou em direção ao meu armário.
‎-E ai gatinha... - o mesmo carinha loiro vem falar comigo.
‎-O que você quer criatura? - falo seguindo meu caminho e ele me segue.
‎-Nossa... mais que grosseria, bloqueirinha. - ele fala com sarcasmo.
‎-Vai cuidar da tua vida vai. - falo trocando meu material e fechando meu armário.
‎Vou em direção ao refeitório e dessa vez ele não me segue. Pego minha comida e procuro uma mesa pra que eu pudesse me sentar. Em quando meus olhos passam pelo salão vejo Aspen acenando pra mim, vou ate ele.
‎-E ai, America. Sozinha no primeiro dia?
‎-Todos nos temos nossos primeiros dias. - falo me sentando ao seu lado.
‎-Ja vi que você é filósofa. - ele fala rindo.
‎-Digamos que um pouco. - rio junto.
‎Logo que terminei de comer o sinal bateu, timing perfeito... Vou direto pra minha sala e que comece mais uma parte do meu dia.

.....

Longas horas depois o último sinal bate, as primeiras aulas sempre são boas... a menos que vc tenha todas as aulas do dia com um babaca que não para de te incomodar e acabei descobrindo que ele chama Maxon, nome bonito.
‎-E ai Meri? - diz Marlee surgindo do nada na esquina da sua faculdade.
‎-Que susto guria. - falo dando um abraço nela.
‎-Mas me conta tem algum gatinho na sua sala? - ela fala toda animada.
‎-Oh se tem... tem o Aspen, moreno, alto, forte e de olhos verdes e tem o Maxon, loiro, forte, alto e com olhos castanhos, mas não parava de me incomodar o dia inteiro.
‎-Hummmm ta afim de ti. - ela falou sorrindo e saltitando.
‎-Que nada. Ele ficou olhando pra uma tal de Kriss o dia inteiro também. - digo um pouco brava demais pra isso.
‎-Uiii ela ta com ciúmes ela. - ela falou histérica.
‎-Quem ta com ciúmes? - diz uma voz atrás de mim, ele nunca mais morre...
‎-Você é biudo neh? - falo olhando pra ele.
‎-Oi meu nome é Maxon, prazer. - ele fala pra Marlee.
‎-Prazer Maxon, meu nome é Marlee, sou a amiga da America.
‎-Ta agora que vocês já se conhecem vamos? Marlee? - digo estalando meus dedos em sua frente pra ela acordar. - Vamos? Temos coisas pra fazer lembra? - falo a olhando de um jeito que ela sabia que era so pro Maxon ir embora.
‎-Ah é verdade, temos mesmo. Então ate algum dia Maxon. - Marlee fala e vamos pra nossa casa, sinto que ele continuava ai, pois é ele mora no mesmo prédio que a gente olha que lindo, valeu destino.
‎-Segura pra mim. - ele fala entrando pela portaria, Marlee e eu ja estávamos no elevador, Marlee segurou o elevador e ele entrou.
O silêncio reinou naquele lugar, ate que de algum jeito que não sei como Marlee me empurrou pra cima de Maxon, bela amiga a que eu tenho não é mesmo?
‎-Desculpa, foi sem querer. - falei e ele me ajudou a pegar o meu celular que não sei como tinha caído no chão.
‎Quando nossas mãos se tocaram senti um choque percorrer pelo meu braço, aparentemente, ele também sentiu porque logo depois ele encolheu a mão, foi estranho, mas bom ao mesmo tempo, nunca tinha sentido isso na minha vida.
‎Ele saiu no nono andar, olha que legal o nosso e no décimo andar... destino para de ser assim, obrigada de nada.
‎Cheguei em casa e me taquei no sofá. Marlee foi pro seu quarto, acho que já tinha coisa da faculdade pra fazer... peguei meu celular e foi gravar um stories.
‎-Oi gente, acabei de chegar em casa eu to morta... - paro de falar assim que alguém bate na porta, me assusto paro de gravar o stories.
‎-America, sou eu. - escuto Aspen falando, tinha esquecido que tinha o convidado pra gente fazer um trabalho so pra ganhar ponto extra.
‎-Nossa, já tinha me esquecido que você ia vir. - falo abrindo a porta e o abraçando.
‎-Beleza então neh? E tão fácil me esquecer assim é? - ele fala entrando e jogando sua mochila no sofá.
‎-Ta se sentindo de casa neh? - falo rindo.
‎-Quem ta se sentindo de casa? - Marlee aparece na porta de seu quarto.
‎-Ah Marlee esse é o Aspen e Aspen essa é a minha amiga Marlee.
‎-Prazer Marlee. - Aspen fala dando um aceno pra ela de onde ele tava. Marlee so da um sorriso e entra novamente em seu quarto.
‎-Vamo fazer esse trem logo. - eu falo indo em direção ao meu quarto, Aspen me segue.
‎Fizemos metade do trabalho e já paramos. Tava cada um em um lugar, eu na minha cama e ele na minha escrivaninha. Olhei pra minha estante e me deparei com uma foto de um aniversario meu que eu estava com dois e Marlee ao meu lado, não sei o porque, mas amava essa foto, me levantei e peguei ela.
‎-Deixa eu ver. - Aspen falou vindo e se sentando ao meu lado na cama.
‎-Mas, você é biudo em? - falo rindo.
‎-Pera era você nessa festa? - ele pergunta assustado.
‎-Lógico, se eu to com essa foto nas minha coisas neh. - falo rindo.
‎-Eu foi nessa festa... - ele fala pegando o porta retrato da minha mão. - Eu não acredito que era você a menina raivosa nessa festa. - ele fala rindo e olhando pra mim.
‎-Ei, pera ai, eu não era raivosa. - falo me defendendo com um sorriso no rosto.
‎-Nem me lembrava que tinha foto disso.
‎-Como você pode esquecer da minha festa?? - pergunto indignada, tentando conter o riso.
‎-Como eu poderia esquecer quando um cachorro preto pulou em mim? - ele fala com irônica e rindo ao mesmo tempo.
‎-Você que foi o menino que a minha cachorra quis brincar? Eu fiquei tremendo mais do que você depois. - falei rindo relembrando a cena...
‎-Brincar?? Ela quis me matar isso sim. - ele fala rindo.
‎-Ela só queria brincar com você. Ela era um doce ta?
‎-Por que era?
‎-E porque ela morreu a uns 6 anos. - falo cabisbaixa.
‎-Ah sinto muito eu não sabia... - ele fala passando sua mão em minha costas.
‎-Não tinha como você saber. - falo com um sorriso fraco.
‎-Você ta bem? - ele fala com preocupação em sua voz.
‎-Sim... eu to bem. - falo respirando fundo.
‎-Eu me lembro desse aqui, - ele fala apontando pra um loirinho, que estava do meu lado. - ele ficou correndo atrás de você com uma flor na mão. - ele fala e começa a gargalhar.
‎-Nossa verdade, uma hora ele tava correndo e eu não sei o que aconteceu que ele caiu no chão e começou a chorar. - falo rindo até perder o ar.
‎Quando nossos olhares se cruzam paramos de rir imediatamente, era como se os nossos corpos se chamassem, fomos chegando mais perto, a cada segundo eu estava mais perto dele, nossa respiração descompassada se misturava, até que não existiu mais espaço entre a gente.
‎Eu não senti nada, nenhuma faísca de algum sentimento, mas não sei se realmente queria que tivesse alguma coisa... Me afastei dele e falei:
‎-Acho que ... eu tenho que ... comprar pão... - falo sem saber o que dizer, saiu do quarto deixando ele ali sozinho no meu quarto.
‎Porra America, pensei, que desculpa foi essa? "E tenho que comprar pão" é serio isso?, indignada comigo mesma saiu realmente pra comprar alguma coisa pra gente comer.

A Seleção-Uma garota normalHistórias para pegar e não largar. Descubra agora