Camila Cabello retorna a Hogwarts para o seu último ano e encontra-se no meio de problemas: seu pai foi jogado em Azkaban sem um julgamento justo e ela está tendo pesadelos estranhos recorrentes, e se isso não fosse suficiente o maior torneio entre...
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Neve rangiam sob pesadas botas de couro.
- Eu não entendo o que estamos fazendo aqui. - Bonoro se mexeu nervosamente, sentindo como se os dedos tivessem sido congelados, apesar de estarem bem protegidos dentro de duas botas.
Estava muito frio, frio de congelar os ossos, um rápido olhar para as sombras negras à espreita, pairando sobre o lago gelado, explicavam o frio não-natural.
- Estamos esperando. - Respondeu Paolo, olhando os arredores. Os dois estavam igualmente quietos e desconfortáveis, Bonoro não podia culpá-lo as infelizes criaturas estavam por todos os lados, e era muitas até para conseguir contar.
- Quando ele vai chegar? - A voz de Paolo caiu para um sussurro. As criaturas tinham avançado para frente deslizando silenciosamente sobre os bancos de neve intocados.
- A qualquer momento, aguente firme.
O coração de Bonoro parecia estar preso em sua garganta, seus ombros caídos e sua mão tão suada que ele mal conseguia segurar sua varinha. Era um paria covarde e antissocial. Talvez por isso as criaturas rondavam ele a distância, causando muito mais efeitos em Paolo. Jay Bonoro não servia nem para alimentar a sede dos Devoradores da morte.
As criaturas pararam, mas foi só por causa de uma figura que
de repente se materializou. Ele era alto, os cabelos louros e oleosos fixos em uma cara quase laranja em sem expressão.
Sua aparência, era tão formidável quanto sua expressão.
O ar arrogante passeando debaixo de sobrancelhas que pareciam serem fixas de maneira incorreta em seu rosto com cola.
- Lorde. - Bonoro respirou, imediatamente caindo de joelhos. O gesto foi repetido por Paolo que parecia petrificado diante de tantos seres malignos em um só lugar.
- Parem. - O ministro rosnou para as criaturas, que estavam a cada momento mais irritadas. Os devoradores da morte pararam ao seu comando.
- Então - começou Trumpher com a arrogância usual em sua voz. Ele tirou as luvas, colocando sua varinha no bolso da capa - Quero notícias.
- Ainda não conseguimos romper as paredes externas.
- Isso me parece desculpas.
Paolo trocou um olhar com Bonoro. Ele limpou a garganta.
- Todos os feitiços que tentamos não foram fortes o suficiente para quebrar os encantamentos.
- Em outras palavras, você não tem desculpas para o seu fracasso.
A pele escura de Paolo visivelmente empalideceu.
- Meu lorde, se você estender sua misericórdia, nos dê mais algumas semanas.
Suas palavras foram cortadas com um aperto quando a Trumpher ergueu uma mão e fechou-a, o gesto foi repetido contra o seu pescoço por um feitiço asfixiante.