Amélia Stuart
Eu me sentei em seu colo, enquanto sua mão apertava minha cintura e a outra acariciava minha coxa coberta pelo traje. Eu fechei meus olhos tombando a cabeça pro lado, os seus beijos desceram para meu pescoço me fazendo suspirar seu nome baixo, senti seu aperto mudar de direção e sua mão de pedra subir pela minha coxa. Eu passo a mão em seus cabelos brincando com ele e o puxando o que fez ele gemer, eu o beijo mais enquanto suspirava ofegante me colando mais ele ouvindo um pigarreio, eu paro de o beijar e devagar abri meus olhos afastando os lábios meus e do Hellboy, o que eu devo dizer era a melhor sensação do mundo. Olhamos na direção do pigarreio vendo Tom, Professor e Abe
-Olá filho, Amélia - disse professor, eu Sorri sem graça passando a mão em meu rosto devagar e sai do colo dele
- Obrigada vermelho.. Pelo casaco é.. Eu já tô indo pro carro - lhe entrego e pego as latas andando pra dentro do carro vermelha, abrindo e bebendo enquanto suspirava e passo a mão em meu rosto. Logo em seguida, a porta foi aberta revelando vermelho e ele se sentou do meu lado, eu batuquei meus dedos em cima de minhas pernas e tomei um gole da cerveja que ele também tomou, logo após isso senti meu corpo colado ao seu de novo e eu fitei seu rosto, aqueles olhos que poderiam ler minha alma em instantes estavam apenas em mim, eu o beijo de novo acariciando seu rosto enquanto mordia seus lábios e suas mãos descem e apertam minha bunda me colando mais ele. Dessa vez, o pigarreio veio mais alto e nós separamos devagar ofegantes, eu ainda estava de olhos fechados, a sensação que ele me deixava era de formigamento e calor. Me sentei ao lado dele ainda, dessa vez segurando sua mão acariciando ela com meu rosto em seu ombro. O carro saiu andando enquanto ele deixava seu rosto em minha do meu, e devagar eu me fui me sentindo quente, por mais que eu tivesse o poder do fogo aquilo não me dava sequer uma vantagem. Eu fecho meus olhos devagar, repousando enquanto não chegávamos a base do governo americano, que decidiu nos esconder como aberrações.
Hellboy
Ela estava de olhos fechados, estava calma. Sua mão entrelaçada na minha era uma coisa fofa, pela sua ser pequena. Acaricio devagar observando ela pelo retrovisor vendo seus olhos fechados e Sorri de lado
-Então, está ficando com a garota de fogo? - disse Tom, arqueando a sobrancelha. Eu reviro meus olhos, agora não.
-Se eu estiver a conta não é sua - disse ríspido, enquanto acariciava a mão dela que estava começando a esquentar.
-Claro que é, a vadia está me arruinando. Então manda ela parar de queimar as coisas, ou eu dou um jeito dela se queimar de verdade - disse ele, e eu o fito sério. Chegando lá, eu beijo sua bochecha e sussurro
- pequena acorda, acabamos de chegar - ela acorda devagar coçando seus olhos enquanto Olhava para mim e sorriu sonolenta, descemos do carro andando até lá. Mas eu queria nossos lábios de novo, assim que entramos John estava lá e ele segurava uma caixa de chocolates que entregou a Amélia, por acaso ele estava endoidando de vez? Eu Suspiro pesado, e Amélia nega a caixa e segura minha mão. Eu Sorri de lado, enquanto ia com ela até o quarto - quer que eu fiquei aqui e te veja dormir?
- Shii - ela disse me beijando de novo. Eu seguro sua cintura imediatamente enquanto me sentava, ela fica em meu colo enquanto eu apertava sua bunda a colando mais a mim entre o beijo. Eu ofegava e mordo seus lábios e ela me deita na cama e aperto com força sua coxa sentindo ela ir começar a rebolar e gritos serem ouvidos na recepção. Eu respiro fundo, Amélia me observava frustrada e fita a porta. Ela se ajeitou e fomos até a porta abrindo devagar vendo uma garota gritando na portaria
-EU QUERO SABER AONDE ESTÁ AMÉLIA AGORA OU EU MANDO TUDO ISSO NA INTERNET VOCÊ ME OUVIU!? - Amélia observou, e então arregalou os olhos. Ela começou a correr e quando a garota escandalosa percebeu as duas se abraçaram fortes com lágrimas escorrendo. Eu sigo elas ajeitando meu sobretudo, e passo a mão em meus cabelos devagar
Amélia Stuart
Era ela! Violet, eu a abracei apertado com lágrimas e mais lágrimas completamente soluçante. Ela acariciou meus cabelos e me olhou
-Eles te machucaram aqui? O que houve? Porque sumiu? - eram tantas perguntas, iria demorar até eu responder. Hellboy estava ao nosso lado, assim como Mayers e Abe
-Eu estou bem, mas.. É uma longa história. Vai querer ficar e ouvir? - ri baixo. Ela concordou e nos sentamos, eu expliquei tudo a ela. Desde a descoberta dos meus poderes, até a igreja queimada, e meus pais mortos junto ao padre naquelas cinzas. Ela acariciou meu rosto e eu a abracei ela apertado, deixando meu rosto em seu pescoço.
Algumas horas depois
Eu estava sentada na cadeira, assistindo a TV e o tal Mayers se aproximou. Eu o olhei
-Você não quer sair? - ele disse, eu arqueio a sobrencelha
-Sair? - disse e me levanto e ele entrega um ticket
-Frango frito e cerveja de graça
-Eu topo - pego um casaco preto colocando saindo com ele, enquanto íamos em um carro preto e eu abaixo o vidro sentindo a fumaça sair entre meus narizes. E fito a estrada, afinal fazia algum tempo que eu não saia de lá. Ele parou, eu desci e lhe dei aquele ticket. Ele foi pegar e eu me sentei em um banco de praça observando um lago a nossa frente. Ele voltou e eu Sorri pegando um frango comendo enquanto abria a latinha e eu fito ele - porque me chamou aqui, Mayers? - lambo meus dedos os chupando
-Eu só queria te conhecer melhor - disse ele bebendo a Cerveja, eu cerro os olhos e bebo mais a cerveja
-Aham - disse enquanto comia outro frango, eu limpo meus dedos e sinto suas mãos começarem a querer passar pelo meu pescoço e eu reviro meus olhos.
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Falling Down - Hellboy
Science Fiction"A parada não é mesma quando você está fora da cidade" Amélia se torna uma financiada pelo governo, e escondida da sociedade. Indo trabalhar em um grupo de pessoas mutadas ou de monstros, ela se vê junto ao famoso mas não amigável, Hellboy. Tudo...
