"A parada não é mesma quando você está fora da cidade"
Amélia se torna uma financiada pelo governo, e escondida da sociedade. Indo trabalhar em um grupo de pessoas mutadas ou de monstros, ela se vê junto ao famoso mas não amigável, Hellboy. Tudo...
Ela estava dormindo, naquela maca. Sua pele estava branca, seus cabelos pretos estavam sem vida. Ela estava dormindo, e eu a observava. Violet e Abe estavam na sala, na parte de fora. Eu passava a mão em meu rosto suspirando e me levanto. Caminho até ela beijando sua testa, e ela acordou devagar piscando e me olhou e sorriu fraco
- Desculpe, eu te acordei? - disse, ela fez que não. A mesma acariciou meu rosto devagar e eu beijei sua mão
- Você ainda está aqui.. - ela disse fraca. Eu concordo e beijo e sua testa
-Eu sempre estarei, lembra? - ela riu fraco, e eu Suspiro. Beijo sua testa devagar enquanto a observava - Durma, você ainda precisa descansar.
- Eu te amo Hellboy - ela disse. Eu senti meu peito doer, eu não podia a perder
-Eu te amo, Amélia - Sorri fraco e beijo seus lábios devagar. Eu sai e fecho a porta suspirando e deixo meu rosto na porta
-Ela está bem? - disse violet, eu a olho. Com a vista cansada
-Ela está definhando e eu estou assistindo! - disse com certa raiva - Eu preciso achar a cura, eu não posso deixar ela morrer.
-Iremos achar, fale com o professor. Ele estava ajudando a gente ontem - Abe segurou a mão de violet, eu concordo e sai dali acendendo um charuto enquanto já até meu pai. Bati devagar na porta entrando
-Pai.. - o chamei, e o olho. Ele estava lendo um livro de capa grossa e preta
-O que houve? - ele parecia preocupado
-Eu preciso de sua ajuda, eu não posso deixar ela morrer nesse lugar, ela é nova pai - digo quase como uma súplica indo até o mesmo que fechou o livro suspirando
-Sabe que o veneno é perigoso, e está matando ela. Mas buscar a cura seria quase como procurar uma agulha em um palheiro.
-Eu preciso tentar - disse me sentando - ela é tudo pra mim. E eu não posso a perder, ela me fez ver que eu sou uma pessoa normal, não um demônio que foi resgatado - disse apertando meus punhos com raiva e com lágrimas. Senti as mãos de meu pai em meu ombro. Ele se sentou do meu lado, e eu o olhei
-Filho perder pessoas Faz parte da vida e..
-Não! Eu não vou perder ela - me levanto saindo dali entrando no quarto batendo a porta e soco a mesma várias vezes com força fazendo ela afundar, eu me sento na cama passando a mão em meu rosto e decido ir tomar banho e suspiro
Abe Sapien
Estávamos no quarto, e eu observava o jeito que violet suspirava e inspirava e fechava os olhos. Eu toquei em seu ombro fazendo a mesma me olha e eu Suspiro acariciando seu rosto
-Letícia pode não sobreviver Abe, eu não sei... - ela sussurrou, eu a observava. Ela era tão perfeita e delicada, eu me aproximo devagar fazendo a mesma me observar. Eu toco nossos lábios, os seus eram macios e quentes. Eu acaricio mais seu rosto sentindo ela retribuir. Eu abraço sua cintura enquanto ela descia a mão pelo meu corpo. Eu a deito na cama ficando por cima beijando seu pescoço devagar até que a porta é aberta
-Abe é.. Oh meu Deus - disse Hellboy batendo a porta e eu Suspiro e a fito. A mesma corou e eu ri baixo
-O que foi vermelho?
- nada! Continuem o que estavam fazendo - ouvimos passos e ele se afastou. Eu ri e beijo seu pescoço enquanto segurava sua cintura, ela ofegante mordeu seus lábios e eu Sorri
Horas depois
Estávamos caídos na cama ofegante. Os travesseiros estavam jogados assim como nossas roupas, ela estava em meu peito e eu acariciava seus cabelos devagar a abraçando
-Abe.. Me promete que Amélia vai sair viva..
-Eu prometo - selo sua testa e ela me abraçava mais, e eu nos cubro suspirando
Hellboy
Estava, depois de tomar banho na sala aonde havia as roupas. Eu observava meu armário, vendo algumas fotos minhas e de Amélia
-Seria estranho, se ela não estivesse naquele quarto - ouvi a voz de Mayers
- O que você quer Mayers? - disse grosso, fechando a portinha
- Eu só estava pensando, que se ela tivesse saído com um cara normal.. - eu me virei pra ele com raiva
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- O que você está insinuando com isso? - disse me aproximando dele
-Que se ela tivesse saído comigo nada disso teria aconte.. - eu soco um armário ao lado de seu rosto
-Acha que só por ser humano isso não aconteceria com voce? Mayers você não é especial, esqueça disso - ri pelo nariz - Está puto porque ela me escolheu?
- O que ela viu em você, que não viu em mim? - ele disse visivelmente irritado. Eu me afastei dele
-talvez um homem, mayers - digo acendendo um charuto e sinto seu soco em meu rosto. Eu abaixo o charuto cuspindo um pouco de tabaco que saiu do mesmo e o olhei - Quer mesmo continuar isso?
-Você é um maldito! Apenas isso! - ele disse irritado. Eu deixo no chão, e o olho
- Você quem pediu por isso - disse e soco seu rosto com força o fazendo bater as costas naqueles armários. Continuo socando seu rosto ofegante quando a porta é aberta e era Abe ofegante
-VERMELHO! PARA! ELA ESTÁ TENDO UMA CRISE - eu parei, sentinfo o sangue em minhas mãos. Sai correndo enquanto ofegava e abro a porta, e lá estava ela. Se debatendo na cama com a boca espumando, os olhos negros e o corpo em chamas. Crises vindas de seu corpo, rejeitando o veneno mas não sabendo expulsar. Eu era o único que a segurava, eu toco em sua testa e a fito
- Amélia sou eu! Por favor - peço enquanto tocava em sua testa - vamos Amélia! - ela parou aos poucos, e foi ficando com seus olhos castanhos abertos. Eu a beijo calmo e sinto seu rosto molhado pelas lágrimas
- vermelho me salva disso.. - ela sussurrou chorando, eu sinto as lágrimas e beijo sua testa devagar suspirando e depois seus lábios
-Eu vou te salvar meu amor, eu vou te salvar. Não se preocupe - soluço, ela fecha os olhos descansando em meus braços. Tentaram me tirar, mas eu não sairia de lá a não ser que tivessem uma prova do antídoto.