Segunda Feira. 14:00.
Como eu havia matado aula na faculdade, o que minha mãe não podia nem desconfiar ou ela me mataria, resolvi buscar Amy na escola, já que estava sozinho em casa. Nem me preocupei em avisar para onde estava indo. Peguei a chave do carro e saí.
A escola ficava a menos de vinte minutos da minha casa, e como o “trânsito” estava bom, não demorei muito a chegar.
Algumas pessoas já estavam saindo da escola. Olhei em volta procurando Amy, e logo a encontrei. Ela se despedia de alguma amiga e caminhava em direção a saída.
— Amy! — chamei, me desencostando do carro.
— O que faz aqui? — perguntou surpresa, rindo e vindo em minha direção.
— Resolvi te dar uma carona para casa, aceita? — Ri.
— Você é o meu salvador. — Riu dando um beijo em minha bochecha e entrando no carro.
— Eu sei — me gabei, rindo e entrando no carro.
— Você não vai dar carona pros meninos? — perguntou.
— Dia de segunda eles tem treino depois da aula.
Graças a Deus, porque eu não tinha a intenção de dar carona para eles.
— Verdade, havia me esquecido disso. Aliás, você irá ao jogo?
— Claro, acha que eu vou perder a oportunidade de ver em prática tudo o que eu ensinei pra eles? — Rimos.
— Você é muito convencido.
— Sou realista. — Pisquei soltando uma risada.
Ficamos conversando até chegarmos a minha casa.
— Mi casa es tu casa — falei assim que entramos.
— Olha, parece que alguém não dormiu nas aulas de espanhol. — Riu.
— Não — respondi, rindo. — Mas alguém dormiu nas aulas de química. E matemática. Física. Qualquer coisa de exatas. Por isso eu faço faculdade de fotografia.
— Falando em química, eu preciso da sua ajuda — disse Amy, se jogando em minha cama.
— Mas eu não acabei de dizer que dormia nas aulas? — Ri vendo ela revirar os olhos e em seguida soltar um riso.
— Fica quieto e vem me ajudar.
Ela me puxou para a cama junto com ela. Intimidade é tudo.
Eu realmente não era a melhor pessoa para ajudá-la, eu não sabia muito de química, apenas o básico, até hoje me pergunto como consegui me formar.
Não consegui ajudar Amy com muita coisa, isso é fato. Mas acho que nem mesmo se eu quisesse ajudá-la teria conseguido, porque depois de dez minutos estudando ela jogou o caderno para o lado e me beijou.
Minutos depois todas as coisas dela foram jogadas ao chão, e Amy estava deitada sobre mim.
Minhas mãos corriam por suas costas, apoiando em sua cintura, juntando mais seu corpo ao meu, se isso fosse possível. Minha blusa já estava no chão.
Amy tinha roubado minha caixa de balas, e agora uma delas estava entre nossas bocas, a bala de menta passando da minha língua para a dela. O cheiro de menta estava ao nosso redor. Ela deixou a bala em minha boca, parando o beijo.
Seus lábios passaram para meu pescoço, deixando um rastro gelado para trás de pequenos beijos.
Seus dedos passavam por minha barriga, suas unhas arranhando meu abdômen. Uma de suas mãos segurou no cox de minha calça, enquanto a outra subiu. Seus lábios passaram por meu pescoço, parando para dar um chupão. Ela mordeu a pele onde tinha marcado, passando a unha por cima em seguida.
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8 Letters
RomanceApós cinco anos morando fora, Jonah volta para sua cidade natal. Anos antes disso ele se envolve, de forma virtual, com uma amiga de infância, Amy Jones, mas a distancia impede que algo realmente aconteça entre eles. Agora de volta a cidade onde cre...
