De braços abertos
Morto e dançando
Um difunto vibrando
Ao som de uma canção.
O fúnebre cantanto
Uns sussuros no ouvido
Gerando emoção,
Vontade morrer e se jogar no chão.
Dando piruetas de alegria
Construíndo uma nova sinfonia
Morrendo de amor
Cantando pra dor.
A espera de um salvador
Um grande braço amigo
Pra tirar do perigo
E matar o inimigo.
Morrer de amor cantando dor!
- Evereste -
22/12/18_23:30
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Run
PoetryUm compilado de emoções transpostas pela tinta de quem lhes escreve. Evereste é seu nome. Sentimentos como o vazio do peito às quintas-feiras e solidão as sextas. Apenas relatos poetizados para mostrar que a melancolia, além de triste, também é bela...
