Capitulo 36

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Eu está deitada no banco de trás do carro de Liz, fazendo com que Luke não me visse, faria uma surpresa. Liz foi a primeira a entrar no carro, lugar do condutor olhou pra mim me lançando um sorriso, Luke entrou logo depois reclamando do frio que fazia.

"Eu posso dirigir mãe." Reclamou.

"Pode, mas eu não me importo de fazê-lo."

"Teimosa." Bufou.

"Sua namorada, gostei dela."

"Eu amo ela, já viu o quão ela é incrível." Meu coração se encheu, Liz olhou pelo retrovisor e sorriu abertamente, tirei o cinto, coloquei minhas mãos a frente de seu olho, e logo senti suas sobre elas.

"Amor." Ele disse enquanto um sorriso se formava no seu rosto.

"Gostou da surpresa?"

"Gostei sim." Beijou a palma da minha mão.

"Vamos passar o natal juntos." Abriu pra Luke.

"E como vocês não me falam disso?"

"Era pra ser uma surpresa."

"Frustrante." Bufou outra vez.

"Não reclame."

"É amor, não reclame." Eu ri.

"Tão doce." Ironizou.

"Sim, também sou." Ele riu e eu dei de ombros.

Chegamos na casa dos pais de Luke, ele já parecia bem ansioso, enquanto eu jogava qualquer jogo meio sem sentido no meu celular, dessemos do carro, e fui puxada para um abraço forte que me deixou um pouco sem ar, depois beijou toda a extensão do meu rosto me fazendo sentir cocegas.

"É bom te ver de novo Edwards." Sorriu ando a graça de suas covinhas.

"Digo o mesmo, Hemmings." Beijei suas covinhas.

"Vem, vamos entrar crianças."

"Crianças não mãe."

"Tudo bem meu filho, a mamãe um dia acostuma." Rimos e entramos.

"Você estão com fome?"

"É, estamos." Respondi deu Luke fazendo sua mãe caminhar para cozinha.

"Quer ajuda?" Me ofereci.

"Não precisa querida." Recusou. Luke me puxou escada a cima quase me fazendo cair pela sua pressa.

"Você tem suas pernas grandes, mas eu não, calma." Reclamei tropeçando.

"Eu sei, mas estou te segurando." Sorri e ele voltou a me puxar, abrindo uma porta, seu quarto.

"Meu quarto, sinta se a vontade." As paredes do quarto era cobertas por pôsteres, fotos e pequenas prateleira de livros educativo.

"Livros educativos?" Ergui uma sobrancelha olhando pra ele parado na porta.

"São de matemática." Sorriu

"Que gosto, odeio matemática." Bufei deixando os ombros caírem.

"Então. Como veio parar aqui?" Me sentei na ponta da cama.

"Sua mãe era colega da minha no passado, se reencontraram, e eu também estou surpresa com tudo isso."

"Eu não sabia." Se sentou ao me lado. Joguei meu corpo pra trás suspirando. Ele deitou sobre mim, e beijando-me calmamente. Sorri feliz.

"Vai ficar aqui hoje comigo?"

"Não." Neguei.

"Porquê?" Gemeu em frustração.

"Eu ainda não curti os meus pais, só tenha um pouco de paciência."

"Já tenho seu presente de natal." Revelou.

"E o que é?" Perguntei curiosa. Ele já tinha meu presente e eu mal sabia o que eu ia lhe dar.

"Espera até o natal."

"Não é justo." Ele tirou a rosto do meu pescoço e me olhou com um ar divertido.

"É sim, seja paciente." Riu.

"Mas..." Seu dedo indicador posou nos meus lábios pedindo silencio, beijou o canto dos mesmo, retirando o dedo e esperei que ele dissesse algo, mais nada foi pronunciado.

"Só quero que saiba, que eu pretendo te fazer muito feliz do mesmo jeito que você me faz, tenho certeza todos os dias que escolhi a mulher certa pra mim. Eu te amo." Sorri com sua declaração. Como era bom ouvir isso.

"Eu te amo." Sorriu e me beijou.

Different Summers | l.hOnde histórias criam vida. Descubra agora