Ouço baterem na porta, e jogo a casca de banana na lixeira. Saio da cozinha, e caminho até a porta, abro a mesma, e me deparo com uma mulher, mais o menos da mesma altura que eu, e cabelos lisos e loiros. Bem bonitinha ela.
Ela estava virada de costa, olhando pra um certo alguém na rua.
Mariana: Oi , posso ajudar?- falo e a mesma se vira de frente e me olhou sorrindo?
Xxx: Oi sou a Gabrielly prazer- estendeu sua mão e a toquei- então, vai ter um churrasco lá em casa, você quer ir?
Super normal isso.
Mariana: eu ?... sim claro, espera aí, que vou me trocar ligeiro- disse subindo as escadas mas me virei- esqueci, pode entrar, sinta-se em casa!
É bem estranho, alguém do nada chegar em sua residência e te chamar pra um churrasco ou que for. Sendo que você nunca nem viu a pessoa. Vai lá saber que ela vai te matar?
Mas como estou afim de fazer amizades por aqui, ou até mesmo sair um pouco da toca. Resolvi aceitar. Afinal, que mal tem, né não?
Gaby: obrigada - disse sorrindo dócil e caminhando até o sofá
...
Chegamos aqui já faz um bom tempo, agora tô aqui na pista improvisada dançando junto da Gaby, tava bebendo caipirinha e fiquei com vontade de ir no banheiro.
Mariana: Gaby, onde é o banheiro?
Gaby: tem um aqui em baixo, e outro no andar de cima.
Saio de lá procurando o banheiro de baixo, achei ele mas dei meia volta, pois tinha um casal transando!
Avistei uma escada, entrando na primeira porta do corredor, olhei pra ver se não tinha ninguém no quarto e andei até uma porta, abri vendo o banheiro, faço minhas necessidades, logo dou descarga e lavo minhas mãos.
Aproveitei e tirei uma foto, até que ficou boa, resolvi postar
|Mariana Ferreira|
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Não olhei os comentários por preguiça mesmo, saio do banheiro e sinto braços me puxando para a parede, olhei assustada e vi que era o Terror.
Não deu tempo de falar absolutamente nada, porque ele me beijou.
Enzo levanta uma perna minha, passando sua mão por minha bunda, me arrepio com seu toque.
Enzo levou suas mãos até os meus seios e apertou eles, soltei um gemido e ele me carregou ate na cama se deitando em cima de mim, sem ponhar seu peso.
Quando o mesmo ia tirar minha blusa, eu empurro ele e sai correndo do quarto o deixando lá.
Avistei a Gaby de longe e fui caminhando até ela, passando pelas pessoas.
Puxo a Gaby de lado, já que a mesma está dançando feito louca.
Mariana: amiga, estou indo pra casa, tá!
Gaby: porque?
Mariana: estou com dor de cabeça- minto.
Gaby: ata, quer remédio?
Mariana: não, Tchau.
Saio de lá indo em direção a porta, pego meu celular pra ver que horas são, e do nada sinto uma mão em minha cintura!
Olhei e vi que era o Terror, o ser que ama me puxar.
Mariana: o que você quer?
Terror: nada po, vou te leva pra casa, bora!
Mariana: não precisa eu vou a... - me interrompeu.
Terror: cala a boca e vamos logo.
Mariana: credo, quanta insensibilidade - murmuro baixo
Caminhei atrás dele até a sua moto , subi nela com uma certa dificuldade.
...
Terror
Mariana do nada senta na calçada, e deita na mesma, fechando seus olhos.
Mulher louca
Terror: oh Mariana , levanta daí porra.
Mariana: não, estou dormindo, xiu - fez sinal com o dedo na boca.
Pego ela no colo, e levo a mesma dentro de sua casa, subo as escadas e a deito em sua cama.
Mariana está mais bêbada que o Batman.
Tiro a roupa dela, deixando só com sua calcinha, e a deixo tomando banho sozinha.
...
Ouço a porta do banheiro sendo aberta, e olho vejo ela sair com a toalha em seu corpo.
Acompanho seus passos até seu guarda roupa, e a mesma se vira pra mim.
Mariana: tem como você sair da minha casa agora?
Terror: se eu não quiser?
Mariana: idiota - sussurrou mas eu ouço mesmo assim.
Levanto da cama e caminho até ela, que deu passos para trás, até seu corpo se chocar com a parede.
Meus olhos correm pelo seu corpo, e a mesma estremece com o olhar.
Paro na frente dela, e a puxo pra mim, jogo seus cabelos para trás, e cheiro o vão do seu pescoço, sentindo seu cheiro maravilhoso. A olho, e não demora muito para eu a beijar.
Minhas mãos vão até sua toalha, a puxando para o chão, pego ela no meu colo, e caminho com a mesma até a cama, me deitando em cima dela, sem colocar o peso.