Debby
Hoje, havia acabado as provas. Eu estava indo para uma ultrassom. Eu havia feito 18 semanas há alguns dias. Minhas costas começaram a doer e aos poucos a insônia começou, mas não como uma coisa ruim, eu conseguia fazer muitas coisas sem gastar energia.
—Amor? O médico está nos chamando.— Nate disse e eu me levantei, junto do Dylan.
Entrei no consultório, ele perguntou de fotos, eu estava feliz por estar ali. Dylan ainda olhava pra mim um pouco assustado, mas, ele estava feliz. Após algumas risadas eu fui olhar para o enfermeiro que, ainda me examinando, estava com os olhos arregalados e desviando os olhos de mim.
—Está tudo bem? O que aconteceu?— Eu perguntei respirando pesado
—Eu não posso dar os resultados. Só o médico.— O enfermeiro disse e começou a anotar algumas coisas. Começou a me faltar ar e eu olhei para o Nate, que pegou na minha mão e apertou-a
—Então chame ele.
[...]
Ainda chorando, pisei no carro e sequei minhas lágrimas. Meu celular tocou. Era a Kim.
—Oi amiga, então, queria saber se amanhã você vai...— Ela parou de falar por um instante— Você está chorando?
—Não. Quer dizer, um pouco. Talvez muito. Só talvez— eu disse assoando o nariz, não havia nem reparado que o carro já estava em movimento. O Nate soltou o celular e passou a olhar para trás, e, o Dylan, que estava no volante, se deixava por olhar pelo retrovisor
—O que aconteceu? Tem algo de errado com o bebê?
—Ele... ele pode ter síndrome de down. Eu preciso fazer um exame depois de amanhã. E eu, eu...— Eu voltei a chorar e Nate tirou o celular da minha mão.
—O-oi, Kim. É o Nate. Passa lá em casa, ela está muito mal ainda.— Ele colocou no viva voz, para mim ouvir a resposta dela. A voz dela ficou mais triste
—Tudo bem. Vou ir com o Cameron aí. Fala pra ela que vai dar tudo certo. Amo vocês, tchau.
Ficamos alguns segundos em silêncio até eu voltar com meu choro.
—O que eu fiz de errado?— Eu comecei a chorar— Eu ando me cuidando tão bem, eu só queria que ele nascesse saudável. Agora ele não pode nem nascer.— Nate pegou na minha mão e me deu um sorriso, mas apenas por educação.-- Sabe, eu passei por tanta coisa pra... pra isso. Não que eu não queira lidar com isso, mas...-- Eu sequei minhas lágrimas e cocei a garganta-- eu acho que... que a ficha de que eu só tenho 17 anos só caiu agora.-- Dylan parou no sinal, olhou para mim, suspirou e começou a estacionar o carro. Olhei para ele com uma cara de confusa, estávamos numa ponte. Ele estacionou, me desceu do carro e ele me aproximou cada vez mais do seu limite, até eu conseguir ver completamente o rio. Nós nos sentamos ali no chão e ficamos alguns segundos em silêncio, olhei para trás e Nate estava ao telefone, do lado de fora do carro, mas ainda longe.
—Sabe quando eu tinha 16 anos e tinha um traficante atrás de mim? E quando eu descobri que Aaliyah estava grávida de mim eu voltei rapidamente?— Dylan perguntou e eu senti um arrepio na espinha lembrando daquilo. Foi aquilo que afastou ele da mamãe, foi depois daquilo que o pai do Dylan foi embora e nunca mais voltou. Eu apenas assenti, sem nenhuma vontade de comentar sobre algo.— Foi tudo mentira.— Olhei para ele confusa esperando ele falar que era brincadeira.— Quer dizer, a parte que eu estava usando drogas não era. Mas, na verdade, eu já sabia que ela estava grávida.— Aumentei nossa distância em centímetros e me virei para ele.— Ela não sabia de quem era o bebê. E eu fiquei com tanta raiva que não queria ver mais ninguém. E, eu sabia que, por mais que ela me amasse, não era eu que ela queria que fosse o pai do bebê... quer dizer, ele era o riquinho da nossa classe, já eu era o drogado que não sabia o que estava fazendo da vida.— ele respirou fundo e continuou.— Por isso eu fiquei duas semanas fora. Três dias antes de eu voltar para casa ela conseguiu me encontrar e me disse que fez um exame e que...— Eu fiquei assustada. O exame era abortivo. O interrompi.
—Meu Deus! Ela não sentiu medo?— Eu perguntei e ele sorriu da minha preocupação
—Claro que sentiu. Mas isso não foi um dos nossos maiores problemas. Eu voltei, ficamos juntos e... e três semanas depois nós fomos ao médico e ele disse que tinha grandes chances da McKayla não se desenvolver mais. Estávamos no quinto mês.— Comecei a chorar com isso. Deus, como eu estava sensível. Ele poderia nem ter a filha dele e eu estava chorando, enquanto meu filho crescia saudável.
—Meu Deus. Eu sinto muito. Eu realmente sinto muito. Deve ter sido horrível.— Ele me abraçou sorrindo.
—Ela continuou se desenvolvendo. Ela nasceu saudável. Entendeu onde eu quero chegar?— Eu olhei bem parra ele enxugando minhas lágrimas.— Eu tive pessoas pra me ajudar e também... a melhor mulher do mundo ao meu lado. E você não sai perdendo. O Nate faz de tudo por você. Vai dar tudo certo. Eu sei que vai
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Mo cota que eu não posto aqui né dsclp Kkkkkkkkkkkkk
Eu comecei uma história nova chamada new chance, lê pfvr to mt empolgada
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Pregnant {Nate Maloley}
FanfictionOnde Nate engravida Debby, uma jovem de 16 anos que namorava seu melhor amigo.
