Concluída!
Todos temos nossos lados ruins, apenas nos resta mostra-los ou não.
Você mostra seu lado ruim ?
(Respondam essa pergunta no primeiro capítulo)
*ATENÇÃO*
Conteúdo da estória
• Violência;
• Palavras de baixo escalão;
• Insinuação de sexo e...
Eu sei, não atualizo a mais de um mês, eu sei disso. Tô muito triste com isso, mas não sei o que fazer, a criatividade tá em falta aqui. Ela foi dar um passeio junto com a minha sanidade.
Bom, espero que gostem desse capítulo e aproveitem.
Boa leitura e COMENTEM!!
* * *
Eu ainda não acredito que vou fazer isso mesmo. Nesse momento, estou me arrumando para ir ao clube do Lions, se a Dinah soubesse, me enchia de tapas. Não tiraria a razão dela, já me bate várias vezes, mentalmente.
Fui com a roupa mais discreta possível, em um sábado a noite, resolve ir hoje, por que minha saída com a Camila seria amanhã. Espero que dê tudo certo.
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(Imaginem essa roupa sem a bolsa)
Tinha avisado a mamãe que, iria sair e voltaria antes das 22:30, o que ela não reclamou, por que sempre cumpro com o que falo.
Menos a parte de que eu acabei de mentir para ela.
Como o clube ficava mais para o lado sul da cidade, peguei um ônibus e fui para lá. Sou pobre e não tenho dinheiro pro táxi.
Desço do ônibus assim que cheguei ao meu destino, e encaro o lugar, eu vou mesmo fazer isso?
Me preparo para dar meia volta e ir embora, mas uma voz e uma mão no meu ombro me fazem mudar de idéia.
- Você deve ser a Ruby. - Um cara de jaqueta jeans diz. - Vem entra, estávamos te esperando. Tem algumas pessoas que querem te conhecer. - Coloca o braço pelo meu pescoço. - A propósito, sou o Scott.
- Prazer Scott. - Não tinha mais volta.
Entramos no local, meus olhos arderam um pouco por causa da luz, e meus ouvidos zumbindo.
- Relaxa, você acostuma. - Fala alto para que eu escutasse.
Ele me leva até o andar de cima do clube. Passamos por várias pessoas com jaquetas jeans, com um leão estampado. Acho que é como um uniforme. Ao chegarmos ao final do corredor, havia uma porta de madeira escura, Scott dá duas batidas na porta e uma voz masculina nos permite entrar.
O lado de dentro era do jeito que eu imaginei, mesa de madeira, uma cadeira logo atrás, um minibar no canto, pôsteres de bandas, parecia o escritório de um adolescente problemático. Sendo que um homem adulto estava sentando na cadeira.
- Então você é a garota que o Terry falou. - Fala.
- Acho que sim. Sou a Ruby. - Falo colocando minhas mãos no bolso.