Como vejo o Céu

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É uma poesia pintada ora por azul, e em outras vezes por uma paleta pastel de cores.
Onde refugia as alegrias, e também as dores.
Cheio de Graça!
E ela te garanto, basta.

É meu lugar preferido.
É o único lugar em que posso mergulhar, e respirar um azul de imensidão.
Gratidão!
Queria comer uma nuvem e saber se o sabor é de água ou de doce.

Mas parecem mesmo é ter um sabor único de algodão doce.
Bem doce!
É uma pintura realista de pensamentos livres.
Tão livres que chegam a doer a cabeça.

Tão tão..... que chego a me perder nas possibilidades.
E me desprendo um pouco das responsabilidades (ou até das complexidades ) da vida.
Minha mente é pássaro livre, liberto nesse mar inverso, leve e infinito.

Meus olhos se perdem nesse universo que tão de perto, me pega pela mão e como em um balão me leva além do tempo, e de mim mesma.

Céu!

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