Morte

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  -Harvey... – Ela disse suspirando e quando se deram conta, seus lábios estavam se tocando e eles começaram a se beijar.

Quando eles já estão quase sem ar e com os lábios inchados eles se afastam e ficam se olhando.

-Donna... – Harvey disse.

-Isso foi um erro... – Ela virou de costas para ele.

-Eu sinto muito.... – Harvey disse. – Isso não vai se repetir...

Donna não disse nada, apenas entrou para a gruta enquanto Harvey ficou do lado de fora sem saber ao certo o que fazer. Horas mais tarde quando ela saiu, ele estava limpando peixes para o jantar.

-Me desculpe por antes... – Ela disse tímida.

-Não precisamos falar sobre ok. – Ele disse sem olhar para ela.

-Harvey eu sou feliz com Thomas e eu não quero magoar ele... – Donna disse suspirando.

-Eu entendo e sinto muito... – Ele suspirou.

-Bom... – Ela deu um pequeno sorriso. – Eu vou acender a fogueira para fazer o jantar....

-OK! – Ele disse ainda sem olhar para ela então Donna se afastou.

O beijo havia deixado ela completamente desnorteada, todo o sentimento que ela pensou já ter superado, reacendeu com força total e isso a abalou e a fez questionar se de fato ela realmente quer casar com Thomas. O jantar estava mais silencioso que o normal e isso começou a incomodar Donna, então ela resolveu puxar assunto.

-Louis me disse que iria te chamar para ser padrinho do bebê dele.... – Donna falou.

-Ele falou comigo, mas disse que ainda estava em dúvida sobre a madrinha... – Harvey suspirou. – Eu deveria ter imaginado que era mentira. – E sorriu. – Parece que vamos compartilhar outro afilhado....

- E como Vivi ela vai gostar mais de mim do que de você.... – Donna brincou.

-Por favor, eu sou o melhor tio/padrinho do mundo.... – Harvey riu. – E ela me adora!

-Rachel disse que eles tinham definido a data do batizado, mas que queriam me dizer pessoalmente.... – Ela suspirou.

-Mike me disse o mesmo.... – Harvey suspirou. – Ele disse que iriam vir visitar no próximo mês, agora imagino o motivo....

-Eu pensei em te enviar um convite, mas.... – Donna parou de falar.

-E como é trabalhar para Sttu? – Harvey perguntou mudando de assunto.

-Nós três meses em que trabalhei com ele, não tenho do que reclamar... – Donna sorriu.

-Espera, mas eu pensei... – Harvey estava confuso.

-Eu tenho me dedicado exclusivamente ao teatro, já fiz duas peças e nos próximos meses eu iria fazer um filme.... – Donna contou.

-Oh... isso é....incrível! – Ele sorriu. – Você deve estar muito feliz!

-Eu acho que estou vivendo o melhor momento da minha vida! – Donna sorriu feliz.

-Eu fico feliz por você! – Harvey disse com um bolo na garganta. – Bem, eu acho que vou dormir, tivemos muitas emoções por hoje....

-Sim, boa noite... – Ela falou.

Ele disse e então foi para a "cama" dele que eles improvisaram com folhas, madeiras e troncos, virou para o canto e deixou uma lagrima escorrer.

A ilhaWhere stories live. Discover now