Praga e Peste ll

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  Depois de alguns minutos um carro chega na frente do prédio, Itan sai do quarto e entra no carro

    - E agora ?

Perguntou Luther no volante

    - Só segue

  Vinte minutos no carro, o carro chega em túnel abandonado, Luther para o carro alguns metros de distância

    - Vamos lá

    - Ainda não, Vamos ver até aonde ele vai

  Luther consente com a cabeça, Itan tira dois sacos pretos que estava dentro de um carro abandonado que estava do lado, logo depois ele descobre, eram dos corpos, ambos de homens, faz um circulo no chão

    - Vamos

Disse Vernin abrindo a porta do carro

    - Vamos devagar, não podemos assusta-lo

   - Acho que vou ficar aqui

Disse Kaianne

   Ao sair vão bem devagar

     - Vai por trás, alguém vai correr

     - Claro

  Vernin chega na frente, as paredes pichadas, alguns carros velhos abandonados no canto, Itan pega um livro, capa grossa, um homem dentro grudado em um teia era sua capa, ele abre, a página já está marcada com uma pena negra, ele diz algumas palavras, Vernin não consegue ouvir devido a distância, mas percebe quando os corpos que estava no chão se levantam, Vernin se aproxima, quando Itan percebe corre, pelos fundos

     - Parado,

Disse Luther, apontando sua arma para Itan

     - Quem é você ?

     - Luther, e conheço alguém que ira amar te conhecer

Enquanto isso, Praga e Peste se levantam

    - Olha só, que sorte a nossa, o Coruja em pessoa

Disse Praga para seu irmão

    - Cadê nosso servo ?

Perguntou Peste

     - O Itan? Fugiu assim que me viu, acho que ele não é muito fiel

     - Hahaha, não me disseram que você era tão engraçado assim

Vernin puxa a espada

    - Você não viu nada ainda

   Quando Vernin segura a espada Praga estala os dedos, de repente tudo muda, aqueles carros velhos somem da lugar e tudo vira um jardim com milhões de flores, Vernin fica extasiado, ao ver seu pai, catando algumas ervas, a nostalgia o dominou, ele sentia, que estava em casa, seu pai se aproximou, um velho grisalho, com uma grande barba, com roupas simples

    - Pai ?

   - Sim, pegue algumas flores pra sua mãe, ela ainda está de cama

    - Isso não pode ser real

Disse Vernin fechando os olhos

     - Claro que é real

Seu pai te toca

     -  Meu filho, ainda lembro quando te encontrei

    Ele toca seu rosto tirando um mecha de cabelo que estava tampando seu olho

    - Não, não é real não pode ser

De repente uma risada tenebrosa domina o pequeno jardim, seu pai olha no fundo dos olhos

    - Não, não é real e sabe porquê? Porquê você me matou

Um borbotão de sangue sai do pescoço do velho, diretamente no rosto do Vernin, seu rosto coberto de sangue, ele abre seus olhos, aperta firme a espada, e ataca o velho, aquela imagem do velho some, e ele já se encontra novamente no velho túnel abandonado, longe Praga e Peste observam, Peste sempre mais calado e sério,  se agacha e pega o livro, bate a mão tirando a poeira

    - Sabe, a verdade é que eu e meu irmão, não queríamos seus pés, não queríamos seus olhos, como vocês humanos dizem os olhos são as janelas da alma, como sua alma já tinha dono queríamos a janela dela, mas algo não nos deixou pega-los, me diga Coruja, sabe porquê esses olhos de cor diferente

  Vernin permanece calado

     - Hahaha, ele não sabe irmão, ele não sabe

  Disse sorrindo o praga

     - Não, não sei e não quero saber, a única coisa que preciso, é de vocês mortos

  Vernin ataca o Praga, antes de acerta um golpe, ele sai do corpo que estava, o corpo caí

     - Bem vindo irmão

Disse o Peste

     - Até breve Noite, nos vemos por aí

Disse peste sumindo

           Droga

Disse Vernin enquanto Luther se aproximava

    - Cadê os demónios ?

   - Se foram, e o Itan ?

   - Tá Preso, já liguei pro Yan,  ele vem pega-lo

    - Vamos

  Eles vão até o carro e entram, pegam a Kaianne dormindo

     - Já ? Como foi ?

     - Não foi

Disse Yan

Coruja - O segredo da noiteHistórias para pegar e não largar. Descubra agora