Capítulo 2 - Avareza

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notas: Olá!! Sexta-feira 13, eu não podia deixar de att a fic sobrenatural, né?

Todavia >< estou super ocupado com os trabalhos da faculdade, então só vai ter att de um cap por mês, por enquanto. Creio que em dezembro as coisas melhorem, mas ainda to postando mais duas fics e trabalhando na continuação de O cão é muito bem articulado. Não se preocupem, mesmo assim, pq o prox cap ta pronto e a fic toda planejada, espero que gostem, beijos!!!





Ele esfregou seus olhos para se adaptar a pouca luz da madrugada e para apagar as presenças em sua cama. Infelizmente, Sasuke ronronando não lhe permitiu esquecer nada. Ele abriu seus olhos novamente, apenas para notar que os homens eram maiores do que pareceu no primeiro momento.

— Então, tem ou não tem? — O homem menor perguntou, impaciente.

— Não tenho. — foi o que Shinsou respondeu, confuso.

— Merda. — O maior reclamou, sua voz profunda reverberando pelo quarto.

— Quem...são vocês? O que estão fazendo na minha casa? — Hitoshi perguntou, a mente ficando mais clara aos poucos.

— Nossa casa. — O menor respondeu, a voz grossa e agressiva contrastando com o jeito doce e cuidadoso com o qual ele acariciava Sasuke.

— É, bro, a gente meio que morava aqui primeiro, mesmo que você que tenha os documentos. Se não tem, a gente vai vazar do seu quarto, pode ir dormir. — O grandão disse, sorrindo.

No segundo seguinte, os dois desapareceram, deixando Shinsou se perguntando se valia a pena perguntar a seus gatos se eles viram o mesmo que ele viu. Pensando que fora apenas um sonho, ele voltou a dormir, cansado demais para pensar sobre isso.

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Pela manhã, Shinsou se espreguiçou, se preparando mentalmente para a tarefa do dia de hoje, que requer dele o que mais detestava: interação humana.

Era dia de ir fazer a feira do mês, comprar os itens essenciais para sua sobrevivência, e depois mandar foto para Eri do que comprou. Assim, ele se presenteou com uma ida a cafeteria que estava curioso para visitar desde que se mudou para o bairro, afinal, já que tinha que interagir com humanos na vida real, ele podia muito bem começar com a interação que tinha potencial para ser prazerosa.

Ele tomou um banho curto, lavando o cabelo pela primeira vez em um bom tempo, e vestiu roupas folgadas, confortáveis e escuras, pegou sua carteira para sair e juntou toda sua coragem. Fez carinho em Safira antes de sair e até Anthrax estava por perto e permitiu receber carinho, até ronronando como se soubesse que Shinsou precisava daquele cuidado extra.

Sentindo-se mais feliz, ele saiu pela porta, fazendo uma nota mental para pesquisar um lugar onde compraria o novo portão, ouvindo o ranger do metal velho e um pouco enferrujado enquanto o fechava.

Entrou na cafeteria já vendo o local um pouco cheio e respirou fundo. Olhou o cardápio de bebidas e sorriu ao notar a variedade e o preço não tão caro, e alguns lanches para o café da manhã. Não tinha o hábito de comer (em horário nenhum, quase), mas decidiu abrir uma exceção. Pediu no caixa um capuccino e quatro pães de queijo, pagando e passando para o lado para esperar o barista fazer o pedido.

E foi nesse momento que um dos piores gay panics de sua vida lhe atingiu. A respiração acelerou e a mão suou, ele se sentiu corar na mesma hora.

Stupid LoveHistórias para pegar e não largar. Descubra agora