Um olhar raivoso contraindo o cenho,
Eu falo,
Um grito e noto o medo que tenho,
Me calo.
O silêncio nesse caso,
Guarda uma saudosa esperança,
De que não seja o acaso
A razão daquelas, lembranças.
Um dedo em riste,
Derrama toda raiva o agressor,
Arrependido se diz triste.
Franzo a testa,
Com a pergunta martela minha cabeça,
O que me resta?
