Carolina segue com todos os esforços para realizar o seu sonho mesmo todos a desencorajando, agora em seu último ano de faculdade ela começa um projeto com o cara por quem sempre suspirou apaixonada, mas sua alegria logo se desfaz quando ele quer a...
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Luan
- Aí gatinho não sei se eu dou risada ou fico horrorizada, além de não ter noção a gorda não tem semancol – fala e olha pra mim com um ar zombeiro – olha aquilo, um homem todo gostoso daqueles com uma gorda daquelas, ela deve esmagar o coitado e ele deve ser cego só pode – ela gargalha e olho para onde ela está apontando já sem paciência com a forma horrível que ela está falando, mas quando vejo pra quem ela está apontando aí é que meu sangue ferve.
À nossa frente estava meus pais, conversando e rindo alheios ao veneno que estava sendo destilado a eles, eu tentei respirar antes de fazer uma besteira e porque não queria estragar o dia deles com uma pessoa tão baixa como Andressa.
- Vamos embora – falo pra ela já levantando, e ela tenta protestar – agora Andressa – falo já sem paciência com ela que ainda tenta resmungar mais já sem saco empurro o sorvete que ela tava tomando que ainda bem estar derretido pois melou todo seus vestido, ela me olha sem acreditar que eu tenha feito e eu apenas levanto uma sobrancelha - da pra levantar agora dessa porra - falo mais baixo pois não quero que meus pais notem a gente.
Ela se levanta e vamos até o estacionamento, e se fosse um homem ao meu lado tenho certeza que já teria quebrado a cara, mas eu cresci como um homem que mesmo que a mulher não valha a salada que come não relaria nela.
Quando estamos à frente do meu carro eu pego minha carteira e pego algumas notas de dinheiro que sei ser o suficiente pra ela voltar para a casa, pois não quero mais nem sequer respirar o ar dessa garota.
- Só te digo uma coisa Andressa, você é podre, uma víbora da pior espécie e realmente quando a Carolina falou que eu veria com meus próprios olhos o porquê vocês não se dão bem.
- Do que... – ela me interrompe tentando falar, mas não deixo ela continuar
- Sabe aqueles que você estava destilando seu veneno como se você a criatura mais perfeita do mundo, são meus pais – falo e ela arregala os olhos – eu tenho até vergonha de admitir que em algum momento eu estive apaixonado por você, na verdade eu estava apaixonado pela imagem que eu criei de você, porque você é falsa do fio de cabelo até o dedão, você fala que a Carol tem inveja de você – dou uma risada sarcástica – você quem deve ter dela, porque você não tem nada a oferecer com esses pensamentos nojentos que você tem, não teria beleza no mundo que consiga disfarçar o quanto você é podre e feia por dentro – falo dando o dinheiro em sua mão – isso é pra você voltar para casa, porque só de estar perto de você me sinto enjoado – dou as costas pra ela que ficou estática com as minha palavras – Só mais uma coisa... – falo antes de abrir a porta do carro – finge que a gente nunca se conheceu, porque não quero ver você na minha frente nunca mais, caso contrário esteja preparada para sofrer um processo por gordofobia... e vai se foder – falo sério quase gritando com ela mesmo não gostando de palavrões, ela estremece com minhas palavras, então entro no carro saindo dali, deixando ela no estacionamento ainda meio atordoada.