All I See Is You

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[Esse capítulo é meio aleatório mas ok KKKKKKK]

- Você está bem mesmo? - Perguntei assim que Victor saiu do banheiro e deitou na cama novamente. - Não está sentindo mais nada?

- Eu tô bem, já disse.

- Desculpa se eu me preocupo com você.

- Tá, eu te perdoo.

- Aqueles garotos trancaram vocês aqui? Eles são loucos. - Uma enfermeira entrou no quarto de repente.

- Amém, agora eu posso sair. - Falei. - Alias já vai acabar o horário de visita.

- Sim, daqui há dez minutos para ser exata. - A enfermeira simpática sorriu, olhei para Victor e ele devorava os peitos dela com os olhos.

- Nossa, acho que eu estou passando muito mal. - Ele começou a se fazer. - Será que você poderia me ajudar? - Victor disse para a enfermeira.

- O que aconteceu, senhor Augusto?

- Não sei, acho que sua beleza me tonteou um pouco. - Filho da puta. Desculpa, Angélica.

- Nossa, assim eu fico até sem graça. - A enfermeira começou a dar mole e eu já estava ficando irritada, então resolvi sair dali, antes que desse merda.

- Não vai nem dar tchau? - Victor implicou ao sentir o meu ciúmes.

- Morre! - Falei e saí, logo batendo a porta com força.

[...]

- Vamos para a casa, Tai. - Meu pai disse. - Angélica disse que irá ficar aqui até Victor ter alta. Qualquer coisa nós viemos busca-la.

- Sim, querida, vá descansar. - Ela disse.

- É disso que eu estou precisando, ir para a casa. - Falei. - Não consigo nem mais respirar o mesmo ar que seu filho. - Sem querer deixei escapar.

- Aconteceu algo? - Ela perguntou.

- Não, não. - Falei. - Vamos, pai?

- Sim. -Ele disse. - Tchau, Angélica. Qualquer coisa, ligue. - Ele disse se despedindo dando um breve selinho na bochecha dela, eu ri.

- Muito melhor que Bruna, você não acha?

- Já disse para não tocar no nome dela.

- Ok, desculpe. - Falei levantando as mãos em rendimento.

Cheguei em casa e fui direto para meu quarto batendo perna, eu estava com raiva por Augusto ser assim, tão pau no cu, prometi à mim mesma que iria parar de correr atrás dele e ser trouxa, agora as coisas iriam mudar.

- Tudo bem, Tai? - Meu pai perguntou ao sentir algo errado.

- Tudo ótimo. - Fui sarcástica e em seguida bati a porta do quarto com força, já era tarde e mesmo assim eu resolvi tomar um banho para ver se eu me sentia mais leve e quando dei-me por mim, uma saboneteira toda enfeitada e delicada que eu havia ganhado em algum aniversário estava quebrada no chão. Não me culpe, culpe meu ódio. (at/ quantos banhos ela toma por dia?)

Atirei-me em minha cama tentando pensar o menos possível, pois se eu ficasse pensando muito em coisas alheias, logo meus pensamentos estariam em Augusto e isso era o que eu menos queria, então procurei fechar minha mente, por mais difícil que isso fosse e em seguida, adormeci.

[...]

- Oi, Tainá. - Ouvi aquela voz irritante enquanto eu estava sentada em uma daquelas enormes mesas do refeitório com Lari e Arthur.

Possesive - TainactorOnde histórias criam vida. Descubra agora