Pobre vida de João

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Pobre vida de João,

Que desde novo

por ela sentia,

Uma grande paixão.


Nunca entendia

o que se passava,

Em seu humilde

coração.


Quando via Maria,

Seu mundo parava,

O peito disparava,

E ali mesmo ele travava.


Pobre vida de João,

Nunca foi um grande romântico,

Mas por ela recitava cânticos,

E lia até obras de Shakespeare.


Era cercado de insegurança,

Rodeado por medos

de outras experiências,

Que ficaram na sua lembrança.


Maria era carinhosa,

De João, aceitou suas rosas,

E por longos dias,

Ficaram nessa humilde prosa.


Podre vida de João,

Que agora era rica,

Com maria de seu lado,

Mais a nada ele temia.


Mas ele não era perfeito,

Coitado do sujeito,

Com um grande erro,

Tomou o seu rejeito.


Maria não admitiria,

Era amorosa, mas não boba,

Que ficou em prantos

com o erro de quem ela amava.


Pobre vida de João,

Não era um monstro,

Mal agiu como tal,

Final cruel e totalmente literal.


Nesse momento ele perde tudo,

Perdeu maria, que para ele

era o mundo, ou seja,

Não tinha mais nada.


Não tinha alegria,

Não tinha amor,

Não tinha paz,

Muito menos felicidade.


Pobre erro de João,

Na sua grande falha,

Que custou seu amor,

Até mesmo sua pobre vida.


Ele não aguentou,

Muito sobre isso ele pensou,

Muitas coisas em

sua mente passou.


Até que ele atirou,

No ponto de ignição,

No centro do coração,

E assim acaba o final triste, de João. 

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