Estações passam depressa,
O frio lhe condena, borboleta.
Não há escudo, sequer barreira,
Não há casulo, borboleta.
Agora, permita-se voar,
Em horizontes de amores,
Paixões verdadeiras,
Não há casulo, borboleta.
Liberte-se de memórias extenuantes,
As quais lhe prendem em tristezas,
Em lutos que não passam,
Não há casulo, borboleta.
Não lhe entendo borboleta,
Mas consigo lhe sentir clamar,
Por amores que passaram,
Então, conceda a si mesmo a chance de:
Procurar outro casulo, borboleta.
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Os poemas da minha vida
PoesiaCaros amigos leitores, "Os poemas da minha vida", é uma obra que simboliza muito para mim, nela contém desde o primeiro poema feito por mim, com meus onze anos de idade, até os dias de hoje, espero que gostem e acima de tudo, que sintam a poesia! Co...
