Serei como sempre fui,
Sublime e sem nexo,
Atrapalhado e pensativo,
Observador e complexo.
Me verão de várias maneiras,
Dos jeitos que sempre mostrei,
Dos onze aos vinte um,
Preciso confessar, não mudei...
Será que isso é uma benção?
Um dom,
Ser como sou é um peso? Uma dádiva?
Ou será que, simplesmente, sou o que devo ser?
Não rimo mais como antes,
A idade me fez entender que a rima,
Nem sempre se torna necessária,
O sentido das coisas, nada mais importa.
O peso do dom,
O peso do talento,
O peso dos pensamentos,
Todos, se tornaram, tormentas para mim.
Minha mente grita,
Meu coração pulsa desordenadamente,
Minha vida simplesmente passa,
E não mais estou, bem.
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Os poemas da minha vida
PoetryCaros amigos leitores, "Os poemas da minha vida", é uma obra que simboliza muito para mim, nela contém desde o primeiro poema feito por mim, com meus onze anos de idade, até os dias de hoje, espero que gostem e acima de tudo, que sintam a poesia! Co...
